Segurança Alimentar. “Há mais alertas porque há mais fiscalização”
Radio Latina 31.08.2022
Luxemburgo

Segurança Alimentar. “Há mais alertas porque há mais fiscalização”

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Segurança Alimentar. “Há mais alertas porque há mais fiscalização”

Foto: Shutterstock
Radio Latina 31.08.2022
Luxemburgo

Segurança Alimentar. “Há mais alertas porque há mais fiscalização”

Autoridades de Segurança Alimentar já emitiram 119 alertas este ano. Mas não há razão para alarme, asseguram.

Gelados com vestígios de madeira, chocolates associados a casos de salmonela, frutos congelados contaminados pelo vírus da hepatite A. Têm sido vários os alertas alimentares nos últimos tempos, mas, segundo a Segurança Alimentar, não há razão para alarme.

As autoridades de Segurança Alimentar já emitiram 119 alertas desde o início do 2022 e o número tem aumentado de ano para ano. Em 2017 tinham sido 52, passando depois para 87, em 2018, para 119, em 2019, e para mais de 150, nos dois anos seguintes.

Ouvido pela Rádio Latina, Patrick Hau, comissário do Governo para a qualidade, fraude e segurança alimentar, frisa que os números podem ser mal interpretados, garantindo que “o sistema europeu é o mais rigoroso do mundo”.

Há mais alertas porque há mais fiscalização, mais transparência e uma maior cultura de segurança alimentar nas empresas, adianta.

Além das fiscalizações efetuadas pelas autoridades e dos autocontrolos feitos nas próprias empresas, Patrick Hau destaca os ‘controlos preventivos’, que permitem emitir alertas antes de ser tarde demais.

As autoridades procedem também a fiscalizações aleatórias, sendo que a chamada ‘taxa de conformidade’ é superior a 95%.

Apesar de traçar um cenário positivo da situação atual, o comissário do Governo para a qualidade, fraude e segurança alimentar admite que houve alguns incidentes nos últimos anos, como foi o caso da contaminação dos chocolates Kinder e o das pizzas Buitoni.

Diana Alves

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