Luxemburgo transferiu 25 ME para os fronteiriços desempregados em 2017
Radio Latina 12.04.2018

Luxemburgo transferiu 25 ME para os fronteiriços desempregados em 2017

Luxemburgo transferiu 25 ME para os fronteiriços desempregados em 2017

Radio Latina 12.04.2018

Luxemburgo transferiu 25 ME para os fronteiriços desempregados em 2017

O Luxemburgo gastou cerca de 25 milhões de euros (ME) em 2017 com os fronteiriços que perderam os postos de trabalho no grão-ducado, apesar de viverem na Alemanha, França, Bélgica e Holanda.

Os dados são ainda provisórios e foram divulgados pelo ministro do Trabalho, Nicolas Schmit.

A França é, de longe, o país vizinho para onde foi transferido mais dinheiro no ano passado (15,5 ME), seguida da Alemanha (4,9 ME), da Bélgica (4,2 ME) e da Holanda (181 mil euros).

Esta verba representa cerca de 10% das despesas do país com subsídios de desemprego. A título de exemplo, a despesa total foi de 287 milhões de euros em 2016.

Mais de 183 mil pessoas atravessam diariamente as fronteiras da Bélgica, Alemanha e França para trabalhar no grão-ducado. Os franceses são os mais numerosos (94 702), seguindo-se os belgas (44 535) e logo a seguir os alemães (44 311).

Note-se que quando um trabalhador fronteiriço cai no desemprego, o subsídio de desemprego é pago pelo país de residência e não pelo Luxemburgo. Contudo, o Governo do grão-ducado tem acordos bilaterais com os países vizinhos. Protocolos que estipulam que o Luxemburgo ajuda a pagar os subsídios de desemprego. No caso da França, por exemplo, o Luxemburgo compromete-se (através de um acordo assinado em maio de 2010) a pagar os primeiros três meses de subsídio de desemprego. As indemnizações são feitas entre as administrações do emprego dos dois países, ou seja, nada muda para o desempregado.

Redação Latina


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