“Fronteiriços não concordam que seja o Luxemburgo a pagar-lhes o subsídio de desemprego” – Nicolas Schmit
Radio Latina 03.07.2018

“Fronteiriços não concordam que seja o Luxemburgo a pagar-lhes o subsídio de desemprego” – Nicolas Schmit

“Fronteiriços não concordam que seja o Luxemburgo a pagar-lhes o subsídio de desemprego” – Nicolas Schmit

Radio Latina 03.07.2018

“Fronteiriços não concordam que seja o Luxemburgo a pagar-lhes o subsídio de desemprego” – Nicolas Schmit

Continua a dar que falar a proposta da Comissão Europeia, no sentido de responsabilizar os Estados-membros pelo pagamento do subsídio de desemprego dos seus trabalhadores desempregados.

O Luxemburgo já fez saber que não concorda com esta medida, alegando que não pode suportar o inevitável acréscimo de despesas da segurança social. Neste país, os trabalhadores fronteiriços representam 46% da população ativa.

Por outro lado a Agência para o Desenvolvimento do Emprego (ADEM) “ também não está preparada para gerir os dossiês de todos os desempregados fronteiriços”.

O ministro do trabalho, Nicolas Schmit, falou à Rádio Latina sobre o assunto e criticou a proposta da Comissão Europeia, até porque – surpreendentemente - ela é rejeitada pela maioria dos fronteiriços.

Em contacto com várias associações de fronteiriços, o ministro do trabalho sublinha que os fronteiriços receiam ser discriminados em relação aos desempregados do seu país de origem.

A razão apontada é o facto de a legislação em matéria de desemprego ser diferente em cada Estado-membro.

No Luxemburgo, o subsídio pode ser atribuído durante um ano. A indemnização equivale a 80% do último salário do desempregado. Em França, por exemplo, o valor do subsídio é de 57% do salário, durante dois anos.

Redação Latina


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