Fim de quarentena no ciclo 1 do ensino fundamental, mas há mais testagem
Radio Latina 7 min. 19.01.2022
Atualidade em síntese 19 JAN 2021

Fim de quarentena no ciclo 1 do ensino fundamental, mas há mais testagem

Atualidade em síntese 19 JAN 2021

Fim de quarentena no ciclo 1 do ensino fundamental, mas há mais testagem

Radio Latina 7 min. 19.01.2022
Atualidade em síntese 19 JAN 2021

Fim de quarentena no ciclo 1 do ensino fundamental, mas há mais testagem

Uma forma de evitar o ensino à distância.

 O Ministério da Educação decidiu reforçar a testagem no ciclo 1 do ensino fundamental, ou seja, estão abrangidas as crianças entre 3 e 6 anos.

Numa nota enviada aos pais, o ministério explica que caso haja um caso positivo na turma da criança, esta deverá fazer um autoteste todos os dias, durante uma semana. O autoteste deverá ser feito com o consentimento dos pais e em casa, ou seja, não será na escola, como é o caso para as crianças dos ciclos 2 a 4.

No entanto, se os pais recusarem fazer os autotestes às crianças, então estas deverão ficar em quarentena em casa.

Até agora, quando há casos positivos numa turma do ciclo 1, as crianças ficam em quarentena, uma vez que não usam máscara de proteção durante as aulas.

As novas medidas entrarão em vigor a partir desta sexta-feira (21 de janeiro).

Note-se que cabe à Inspeção da Saúde decidir se uma turma deve seguir o ensino à distância. Geralmente, isso ocorre quando há muitos casos numa sala de aula, com contágio a outras turmas.

Comissão dos Direitos Humanos não é contra a obrigação vacinal, mas propõe outro momento

A Comissão Consultiva dos Direitos Humanos (CCDH) não descarta a introdução da vacinação obrigatória, mas acrescenta que o momento escolhido não é o mais apropriado para lançar o debate.

Numa carta enviada à ministra da Justiça, Sam Tanson, a Comissão lamenta a rapidez com a qual o debate está a ser levado a cabo.

O organismo argumenta que não há condições para iniciar um debate de forma serena e frisa que um tema tão delicado como este, que afronta os Direitos Humanos, deveria de ser preparado com calma e tempo.

Para além disso, a CCDH declara que a vacinação obrigatória já vem tarde. Numa altura em que o risco de hospitalizações é mais pequeno devido à variante Ómicron, que é mais contagiosa mas menos agressiva, a organização sublinha que vai ser difícil encontrar argumentos a favor desta medida.

A Comissão reivindica ainda que o Governo seja claro com as suas intenções, ou seja, que estipule claramente que objetivos é que quer alcançar com a vacinação obrigatória no país.

Parlamento debate hoje vacinação obrigatória

O Parlamento vai debater esta tarde a vacinação obrigatória no país.

A pedido do primeiro-ministro, Xavier Bettel, que quer um consenso político sobre esta matéria, a Câmara dos Deputados vai analisar e debater se o país deve ou não avançar para a vacina obrigatória contra a covid-19, e sob que moldes esta deveria de ser feita.

Um grupo de peritos, mandatado pelo Governo, já analisou a vacinação obrigatória e recomendou que o país só deveria obrigar as pessoas com mais de 50 anos, os profissionais da Saúde e os prestadores de cuidados a pessoas vulneráveis.

O primeiro-ministro já admitiu que este tema da vacinação obrigatória é um dos mais difíceis do seu percurso como líder do Governo.

O debate no Parlamento tem início marcado para as 14h e deverá prolongar-se durante várias horas.

Funcionários da Cidade do Luxemburgo têm o seu próprio centro de testagem

Perto de 18% dos funcionários que trabalham para a Cidade do Luxemburgo têm de se testar para poder continuar a trabalhar. Com a entrada em vigor, no sábado, do 3G obrigatório nas empresas, a vida das pessoas não vacinadas ou parcialmente vacinadas complicou-se.

Razão que levou a autarquia a abrir o seu próprio centro de testagem, que está operacional a partir das 4h da manhã. Segundo a burgomestre da capital, Lydie Polfer, sem este centro de testagem o funcionamento dos serviços da comuna não estaria garantido.

Transfronteiriços positivos. O que deve fazer?

“Sou um trabalhador transfronteiriço e testei positivo à covid-19. O que devo fazer?” As pessoas que trabalham no Luxemburgo, mas que vivem do outro lado da fronteira têm em primeiro lugar de seguir as leis do seu país de residência.

Mas para além de declarar o resultado positivo no país onde reside, as autoridades sanitárias do Luxemburgo também pedem que este seja comunicado ao serviço de rastreamento do Grão-Ducado (Contact Tracing), via um formulário online (www.covidtracing.lu), ou via o e-mail (contact-covid@ms.etat.lu).

Após essa declaração, a pessoa infetada recebe a prescrição de isolamento e pode declarar os seus contactos das últimas 48 horas. Fica ainda o aviso que durante o período de isolamento, o transfronteiriço não se pode deslocar ao Luxemburgo.

Covid-19. Luxemburgo regista mais dois óbitos

O Luxemburgo registou ontem 1.324 novos casos de covid-19, num total de 3.700 testes de diagnóstico realizados.

O país reportou mais 2 mortes atribuídas à covid-19. O número total de óbitos associados a esta doença sobe para 940.

Relativamente aos internamentos hospitalares, o Ministério da Saúde revela que estão internadas 76 pessoas, das quais 19 nos cuidados intensivos.

Pandemia está longe de acabar e novas variantes podem surgir - OMS

A Organização Mundial da Saúde (OMS) avisou que a pandemia da covid-19 "está longe de acabar", lembrando que novas variantes do coronavírus SARS-CoV-2 podem surgir depois da disseminação da variante Ómicron, mais contagiosa.

O diretor-geral da OMS reiterou que, apesar de ser menos grave, a Ómicron está a causar hospitalizações, a maioria entre pessoas não vacinadas, e mortes.

Segundo a OMS, na semana passada foram reportados mais de 18 milhões de novos casos de infeção no mundo. O número de mortes por covid-19 "manteve-se estável".

Sindicatos e Casino 2000 chegam a acordo para renovação da convenção coletiva

Os sindicatos OGBL e LCGB assinaram esta segunda-feira a renovação da convenção coletiva com a administração do Casino 2000, referente aos empregados da empresa de Mondorf.

Depois de um quase um ano de negociações, 98% dos trabalhadores presentes (72%) votaram a favor do novo acordo, dando aval aos sindicatos para assinar o documento.

O novo acordo é válido por dois anos e prevê um aumento mínimo de 100 euros por mês. Além disso, alguns salários vão ser adaptados individualmente, em colaboração com a delegação do pessoal.

Entre outras medidas negociadas, todos os funcionários vão ter um único bónus de 750 euros.

Paul Wirtgen será o novo diretor-geral do CHdN

O conselho de administração do Centro Hospitalar do Norte (CHdN) escolheu Paul Wirtgen como próximo diretor-geral.

O atual diretor médico do CHdN vai suceder a Hans-Joachim Schubert, que está há cerca de 15 anos no cargo e que deverá brevemente entrar na reforma.

O CHdN foi criado em 2009, com a fusão entre o Hospital Saint Louis, de Ettelbruck, e a clínica Saint Joseph, de Wiltz.

Motorista de autocarro atacado por três jovens em Esch-sur-Alzette

Um motorista de autocarro foi atacado por três jovens, na terça-feira à noite, em Esch-sur-Alzette. O homem ficou ferido e foi levado para o hospital.

O grupo agrediu o motorista na estação de autocarros da Boulevard J.F. Kennedy, por volta das 21h. Depois fugiu em direção à praça da comuna.

A polícia abriu uma investigação para identificar os agressores. Um dos jovens era alto e delgado, usava um boné Lacoste e vestia um casaco comprido.

Ministro do Desporto não vai aos Jogos Olímpicos de Inverno

É a vez do Luxemburgo se juntar ao boicote político dos Jogos de Inverno de Pequim, que se realizam já em fevereiro.

Depois dos Estados Unidos, Canadá, Reino Unido ou Austrália terem confirmado que nenhum representante governamental iria estar presente na competição, o Grão-Ducado também também estará ausente.

Na resposta a uma pergunta parlamentar da deputada Nancy Kemp-Arendt, do CSV, o ministério do Desporto confirmou a ausência do ministro responsável, Georges Engel.

Redação Latina | Lusa | Foto DPA


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