Déi Lénk reivindica equivalência ao setor público para os maquinistas do elétrico

Déi Lénk reivindica equivalência ao setor público para os maquinistas do elétrico

Radio Latina 28.12.2017

Déi Lénk reivindica equivalência ao setor público para os maquinistas do elétrico

O partido Déi Lénk (“A Esquerda”, em português) contesta o estatuto de trabalhadores do setor privado atribuído aos maquinistas do elétrico (“Tram”), que começou a funcionar a 10 de dezembro último.

Os acionistas da empresa “LuxTram SA” são o Estado (70%) e a comuna da capital (30%). No entanto, os trabalhadores ficaram com um estatuto equivalente ao do setor privado, ao contrário do que acontece com o pessoal dos Caminhos de Ferro Luxemburgueses (CFL) e da empresa de transporte de autocarros da rede da cidade do Luxemburgo (VDL).

O Déi Lénk avançou com uma moção de protesto, para que as reivindicações dos maquinistas do elétrico sejam aceites, a partir de janeiro, nas negociações do contrato coletivo de trabalho.

No entanto, a moção do partido mais à esquerda no parlamento tem a oposição das restantes forças partidárias e do conselho comunal.

Redação Latina