Crise energética. Fatura dos pellets cai 35% através do apoio do Governo
Radio Latina 9 min. 17.11.2022
Atualidade em síntese 17 NOV 2022

Crise energética. Fatura dos pellets cai 35% através do apoio do Governo

Atualidade em síntese 17 NOV 2022

Crise energética. Fatura dos pellets cai 35% através do apoio do Governo

Radio Latina 9 min. 17.11.2022
Atualidade em síntese 17 NOV 2022

Crise energética. Fatura dos pellets cai 35% através do apoio do Governo

Até 200 euros por tonelada.

O aquecimento das casas com caldeiras a pellets vai ficar mais barato para as famílias. Em causa está o apoio do Governo para travar o impacto do aumento dos preços da energia.

A partir do mês de janeiro de 2023, as faturas deste biocombustível vão contar com uma redução de 35% a cargo do Governo. A comparticipação do Estado limita-se contudo a 200 euros por tonelada de pellets. Atualmente, segundo a edição francesa do Wort.lu, uma tonelada de pellets custa entre 800 euros e 900 euros. O apoio público será válido até 31 de dezembro de 2023.

Mas o número de famílias que vai beneficiar desta ajuda é marginal. Apenas 3,3% da energia do aquecimento das casas do Luxemburgo se faz com caldeiras a pellets, segundo o Instituto Nacional de Estatísticas (Statec). A maioria das casas do país (52%) são aquecidas a gás, segue-se depois o gasóleo de aquecimento (27,4%). Já a eletricidade é a fonte de energia de aquecimento de 16,3% dos alojamentos do país.

O Governo reserva um total de cerca de um milhão de euros em apoios às famílias que aquecem o seu alojamento com caldeiras a pellets.


Construção deverá perder 30% dos trabalhadores nos próximos cinco anos

O setor da construção, que emprega milhares de portugueses no Luxemburgo, também não escapa à penúria de mão de obra com a qual o país se vê confrontado.

Escutado pela Rádio Latina, Roland Kuhn, presidente da Federação das Empresas da Construção e Engenharia Civil, frisou que nos próximos cinco anos cerca de 30% dos efetivos deverão reformar-se. O responsável alerta que é preciso formar os futuros trabalhadores. Oiça aqui a declarações exclusivas.


Sanem. Construção da prisão é 23 milhões de euros mais cara do que o previsto

O orçamento previsto para construir o novo centro penitenciário de Ueschterhaff, em Sanem, é mais elevado do que inicialmente previsto. Em comissão parlamentar, a ministra da Justiça, Sam Tanson, deu conta de que o orçamento inicial de 81 milhões de euros foi revisto em alta atingindo agora cerca de 104 milhões de euros.

A nova prisão deverá abrir portas no início de 2023 e é destinada aos reclusos que aguardam pelo julgamento em prisão preventiva. Com o novo estabelecimento em Sanem, o Luxemburgo pode cumprir as normas internacionais penitenciárias que exigem que devem existir duas estruturas diferentes de encarceramento e prisão preventiva, uma vez que as duas populações prisionais são diferentes. 

A prisão poderá acolher até 400 reclusos. A ministra salientou ainda que as despesas no setor da Justiça vão aumentar 15% no próximo ano, sendo que o orçamento total eleva-se a 259 milhões de euros, ou seja praticamente 1% do total do Orçamento do Estado. Grande parte das despesas deve-se ao pagamentos dos salários.


OCDE propõe criar portagens no Luxemburgo

Criar portagens e aumentar os seus preços progressivamente e fazer crescer as restrições à política de estacionamento. Estas são duas das medidas apontadas para reduzir a utilização do carro no Luxemburgo, um dos países da OCDE em que a população mais recorre a este meio de transporte. 

O objetivo destas recomendações é garantir a transição para uma economia verde, reduzindo a utilização dos combustíveis fósseis. Segundo o jornal Contacto, para esse efeito, a OCDE propõe-se também o aumento do preço dos combustíveis que continuam a ser os mais baratos dos países da Grande Região. No outro extremo da tabela estão os preços da habitação que foram os que mais aumentaram, quando comparados com os aumentos dos países vizinhos.

O cenário de “sobreaquecimento do mercado de habitação” com “um aumento dos preços superior ao registado na maioria dos países da OCDE degradam o acesso financeiro à habitação e fazem com que a dívida das famílias chegue a 180% do seu rendimento disponível no primeiro trimestre de 2022”, é o diagnóstico traçado no relatório da OCDE.


Preço da gasolina em queda

Boa notícia para alguns automobilistas. A gasolina está mais barata a partir desta quinta-feira.

O litro de gasolina sem chumbo 95 desceu 4,9 cêntimos, para os 1,591 euros. Já a gasolina 98 teve decréscimo de 5,4 cêntimos, para 1,819 euros por litro.


Luxemburgo tem a menor diferença salarial entre homens e mulheres

No Grão-Ducado, as mulheres ganham em média 0,7% menos do que os homens, segundo dados da Comissão Europeia avançados pelo jornal Contacto. Na União Europeia (UE) as mulheres continuam a ganhar menos do que os homens. A diferença salarial média para "trabalho igual" entre homens e mulheres na UE é de 13%.

Mas há diferenças entre os Estados europeus. O Luxemburgo aparece em primeiro lugar na lista, tendo conseguido praticamente eliminar esta diferença salarial. A diferença vem diminuindo há mais de dez anos no país, tendo-se fixado agora nos 0,7%.

O Grão-Ducado está muito à frente dos seus vizinhos. Na Bélgica, a diferença salarial é de 5,3% e sobe para 15,8% em França, onde as mulheres estão a "trabalhar de graça" desde 4 de novembro.


Eleições legislativas marcadas para 8 de outubro de 2023

Já é conhecido o dia em que se irão realizar as próximas eleições legislativas no Luxemburgo. O governo anuncia, em comunicado, que o escrutínio se vai realizar no domingo, dia 8 de outubro de 2023.

O mesmo comunicado refere que os eleitores serão chamados a escolher os 60 deputados do Parlamento, sendo "convocados, como habitualmente, pelas suas respetivas comunas de residência com pelo menos cinco dias de antecedência".

As listas de partidos e candidatos deverão ser definidas e divulgadas na primavera.


Afinal, o túnel de Schieburg só vai reabrir no próximo ano

A linha ferroviária do norte do Luxemburgo, que está parada desde o início de setembro na sequência do colapso do túnel de Schieburg, vai ficar encerrada durante oito meses e não três meses e meio, como havia sido anunciado anteriormente.

O diretor de gestão de infraestruturas dos Caminhos de Ferro Luxemburgueses (CFL) admitiu que se for cumprido o calendário dos trabalhos e que se for evitado o mau tempo no inverno, então o túnel poderá reabrir em meados de abril de 2023.

O túnel de Schieburg desabou a 27 de agosto e levou ao encerramento da circulação ferroviária entre Kautenbach e Clervaux, percurso que está a ser assegurado, neste momento, por autocarros de substituição. Inicialmente, a reabertura estava prevista para 11 de dezembro.


Guerra na Ucrânia e insegurança alimentar na mira da cooperação luxemburguesa

O Governo mobilizou quatro milhões de euros em ajuda humanitária desde o início da invasão russa na Ucrânia. Devido ao inverno, está previsto doar mais quatro milhões de euros. Uma informação avançada pelo ministro da Cooperação e Ação Humanitária, Franz Fayot, na sua declaração sobre a política de cooperação ao desenvolvimento no Parlamento.

O ministro salientou ainda que a longo prazo é preciso ajudar a Ucrânia na reconstrução do país. Estima-se que serão necessários 350 mil milhões de dólares, sendo que o Luxemburgo também vai contribuir. Franz Fayot acrescentou que a guerra na Ucrânia e as alterações climáticas têm contribuído para acentuar a insegurança alimentar no mundo, daí ser importante continuar a ajudar os países mais afetados. 

Cabo-Verde, Nigéria, Burkina Faso, Mali, Senegal e Laos fazem parte dos seis países prioritários do Luxemburgo. O Grão-Ducado já investiu cerca de 40 milhões de euros na agricultura sustentável e no acesso a bens alimentares em 2021, e prevê aumentar o montante, para mais de 60 milhões de euros, em 2022.


Exército luxemburguês preparado para dar apoio à Ucrânia

O Exército luxemburguês está consciente de que a guerra na Ucrânia “não vai acabar amanhã”. Caso seja necessário, o Luxemburgo declara-se preparado para enviar os seus militares. Disponibilidade manifestada pelo Chefe de Estado-Maior das Forças Armadas, Steve Thull, aos microfones da rádio pública 100,7.

Este responsável diz que o exército luxemburguês deverá participar na formação de soldados ucranianos. Essa formação será realizada em colaboração com outros países da União Europeia (UE). Steve Thull não quis dar mais informações, remetendo a apresentação de mais pormenores para a próxima semana.


Zelensky insiste que míssil disparado sobre Polónia “era russo”

O Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, reafirmou ontem que o míssil que na terça-feira provocou dois mortos numa localidade polaca perto da fronteira com a Ucrânia era russo.

Afirmou também não ter recebido dos ocidentais qualquer prova sobre a hipótese de um projétil ucraniano disparado para abater mísseis de cruzeiro russos.

O míssil que se abateu sobre solo polaco fez recear um envolvimento da NATO no conflito, pelo facto de a Polónia estar abrangida pelo compromisso de defesa coletivo da Aliança atlântica.


Portugal vence Nigéria no último teste antes do Mundial2022 do Catar

A seleção portuguesa de futebol goleou hoje a Nigéria por 4-0, no último encontro de preparação para o Mundial2022 do Catar, disputado no Estádio José Alvalade.

A comitiva lusa parte esta sexta-feira para o Catar, tendo estreia marcada no grupo H do Mundial2022 para 24 de novembro, diante do Gana, antes de defrontar o Uruguai, em 28 novembro, e a Coreia do Sul, de Paulo Bento, em 02 de dezembro.

A 22.ª edição do Campeonato do Mundo arranca no domingo, com o duelo entre o anfitrião Catar e o Equador, para o grupo A, e termina em 18 de dezembro.


Seleção do Luxemburgo empata com a Hungria

A seleção do Luxemburgo empatou esta noite, 2-2, com a Hungria em jogo particular, disputado no Estádio do Luxemburgo, em Kockelscheuer.

Gerson Rodrigues e Alessio Curci marcaram os golos dos ‘leões vermelhos’.

No domingo (20), os leões vermelhos vão ter mais um encontro particular, contra a Bulgária, também no Estádio do Luxemburgo, às 15h00.  

Redação Latina | LUSA |Foto: Nicolas Buffler/Flickr


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