
“O partido de Catarina Martins “alinhou” com a direita, porque tinha a certeza que os outros partidos da esquerda, com a respectiva abstenção, garantiam a passagem do orçamento.
O curto descanso de António Costa
“O partido de Catarina Martins “alinhou” com a direita, porque tinha a certeza que os outros partidos da esquerda, com a respectiva abstenção, garantiam a passagem do orçamento.
O curto descanso de António Costa
“O partido de Catarina Martins “alinhou” com a direita, porque tinha a certeza que os outros partidos da esquerda, com a respectiva abstenção, garantiam a passagem do orçamento.
O curto descanso de António Costa
“Será a mensagem de alguma civilização extraterrestre ou um adereço esquecido por Hollywood?
O monólito“Em setembro, uma lista do New York Times incluía portugueses como “não brancos” e “hispânicos”. O sururu chegou às inconsequentes caixas de comentários em Portugal: um país que não se confronta com as suas identidades múltiplas. Uma crónica de Raquel Ribeiro.
Ser ou não ser hispânica
“Morreu um dos mais conhecidos pensadores portugueses. O autor do “Labirinto da Saudade” faleceu aos 97 anos, deixando uma vasta obra. “O homem é, por essência, alguém que vive dos sonhos maiores do que ele.”, disse numa entrevista. Aqui ficam alguns.
Eduardo Lourenço. O sentimento da razão
“O governo Luxemburgo mandou-nos confinar a meias. Para quem não vive no país explico o método luxemburguês: ao recolher obrigatório em vigor – tudo em casa às 23 horas – juntou-se o fecho dos restaurantes.
Opinião. A última ceia“No século XIX, as primeiras notícias sobre vacinas vinham nos jornais ao lado de poemas. Percebiam, na altura, que pertenciam ao conjunto de coisas que salvam a humanidade. Crónica de Filipa Martins.
Juntos não terão um abraço, mas uma orquídea
“O facilitismo com forças ou personalidades de perfil fascista quase sempre termina em desgraça. Mas muita gente não tem aprendido as lições que a História e a actualidade têm dado.
A Europa refém de dois protofascistas“Um pouco por todo o mundo, trabalhadores precários de aplicações móveis de táxis e entregas protestam. Nem todos estamos no mesmo barco: as shares da Uber em bolsa atingiram máximos históricos este mês. Uma crónica de Raquel Ribeiro.
E se todos fôssemos Karura?
“A criação dessas identidades é uma construção social em que as suas fronteiras são criadas por correlações de força e ideologias, mais do que por realidades inscritas na pedra.
O jogo das identidades
“ Já não há paciência para quem não sabe que a maior liberdade de todas é a de poder estar fora de um caixão.
Visão de umbigo“Nos setores dos serviços e dos cuidados, mas não só, não se vendem apenas serviços, vendem-se emoções que requerem recursos de uma fonte que normalmente ligamos de uma forma profunda e integral aquilo que constitui a nossa individualidade. Um texto de Jessica Lopes.
O trabalho afetivo é trabalho
“A minha companheira de compras, que de portuguesa só tem os sapatos do Luís Onofre e o facto de gostar mais das praias algarvias do que eu, olhou para mim com aquele ar que só as eslavas conseguem encarnar. É um olhar entre desprezo, surpresa e fim de reino.
Biscoitos e saudades
“Enquanto Joe Biden é crescentemente reconhecido como presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump transmite a ideia de quem vai falando sozinho, assaltado por um medo crescente.
Trump entre o medo e a pouco vergonha“Quando aluguei pela primeira vez casa própria e passei a viver sozinha, dormia todos os dias com a minha vizinha de baixo. E antes que julguem que se trata de um texto politizado e de reparo ao discurso venturizado do verdugo, garanto-vos que podem afrouxar o dedo no gatilho dos comentários.
Thai Chicken Soup de saltos altos“Olha que coisa mais linda, mais cheia de graça, é a Taça que passa, no doce balanço. Na véspera do arranque de mais uma eliminatória da Taça de Portugal, lembrámo-nos de falar de três tomba-gigantes. Uma crónica de Rui Miguel Tovar.
Conta-me como foi da bola. Os tomba-gigantes da Taça“Há 1.400.000 eleitores portugueses no estrangeiro. Mas a sua participação no processo democrático português é constantemente dificultada – porque a rede consular é irrisória, burocrática, por vezes muito distante; e porque é difícil conseguir votar. Uma crónica de Raquel Ribeiro
Pastel de nata e pouco mais
“A sucessão de novos coronavírus exige que para além de se mitigar a extensão da catástrofe, se tente ir à origem do problema. É necessário um modelo de desenvolvimento mais justo, sustentável, respeitador dos equilíbrios da natureza.
O primeiro ano do resto das nossas vidas“Tenho evitado pronunciar-me sobre a pandemia do novo coronavírus... Não sou cientista nem médico e tenho muito pouca pachorra para andar a escalpelizar números sobre infeções, taxas de transmissão, taxas disto e daquilo.
Às máscaras cidadãos?
“Costuma sentir frio dentro de casa, sobretudo quando passa o Natal em Portugal? Procura emprego? Está preocupado com a depressão económica latente e com os danos que a actividade humana está a causar ao planeta?
Vêm aí a onda da renovação de casas
“Tenho um amigo que, farto de estar solteiro e sem ter forma de encontrar mulheres durante este difícil tempo de pandemia, decidiu tentar a sua sorte no mundo virtual.
É sobre um amigo...