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União Europeia vota amanhã o nome do candidato ao FMI
Economia 01.08.2019

União Europeia vota amanhã o nome do candidato ao FMI

A União Europeia não consegue chegar a consenso para avançar com um candidato único para substituir Christine Lagarde à frente do Fundo Monetário Internacional.

União Europeia vota amanhã o nome do candidato ao FMI

A União Europeia não consegue chegar a consenso para avançar com um candidato único para substituir Christine Lagarde à frente do Fundo Monetário Internacional.
Foto: AFP
Economia 01.08.2019

União Europeia vota amanhã o nome do candidato ao FMI

O Fundo Monetário Internacional pretende ter o processo de sucessão de Lagarde concluído até 4 de outubro.

A União Europeia (UE) deverá votar amanhã o nome do candidato à liderança do Fundo Monetário Internacional (FMI), depois de os Estados-membros não terem conseguido chegar a um consenso.

A notícia está a ser avançada por vários órgãos de comunicação social, que adiantam que a votação deverá começar amanhã às 08h.

Na corrida para o lugar de Christine Lagarde – que está de saída para a presidência do Banco Central Europeu – estão cinco nomes. O ministro das Finanças português, Mário Centeno, a ex-ministra da Economia espanhola, Nadia Calviño, o ex-presidente do Eurogrupo, o holandês Jeron Dijsselbloem, o atual governador do banco central da Finlândia e ex-comissário europeu, Olli Rehn, e a diretora-executiva do Banco Mundial, Kristalina Georgieva, são os nomes que têm estado em debate.

A agência Bloomberg e o Financial Times avançaram que dois funcionários (fora de França) afirmaram que esta lista tinha sido reduzida para três, facto negado mais tarde pelo porta-voz do ministro das Finanças francês.

Até ao final da tarde de hoje, prazo limite para receber as candidaturas, é possível que cheguem novos processos de candidatura. As agências Bloomberg e Reuters avançam mesmo que poderá dar entrada uma proposta do Reino Unido. O nome não deverá ser o do governador do banco central de Inglaterra, Mark Carney. O responsável deixou de ser considerado pelo bloco dos 27 por causa do Brexit.

O Jornal de Negócios explica que o candidato tem de ter uma maioria qualificada na votação. Isto significa que terá de receber apoio de, no mínimo, 55% dos países que sejam representativos de pelo menos 65 da população europeia.

O Fundo pretende ter o processo de sucessão de Lagarde concluído até 4 de outubro.


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Pelo caminho ficaram o ministro das Finanças português, Mário Centeno, o ex-presidente do Eurogrupo, o holandês Jeron Dijsselbloem, o atual governador do banco central da Finlândia e o ex-comissário europeu, Olli Rehn e a ministra da Economia espanhola, Nadia Calviño.