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União dos Consumidores insiste na indexação suplementar de 1,5%
Economia 27.12.2018 Do nosso arquivo online

União dos Consumidores insiste na indexação suplementar de 1,5%

União dos Consumidores insiste na indexação suplementar de 1,5%

Foto: Marc Wilwert
Economia 27.12.2018 Do nosso arquivo online

União dos Consumidores insiste na indexação suplementar de 1,5%

Manuela PEREIRA
Manuela PEREIRA
A União Luxemburguesa dos Consumidores (ULC) analisou o programa do Governo para os próximos cinco anos e insiste numa adaptação extraordinária dos salários e pensões à inflação.

A reivindicação não é nova, mas a ULC persiste: é preciso aumentar salários e pensões. Como? Usando o mecanismo de indexação. Porquê? Por causa da perda do poder de compra.

Uma vez que o sistema de indexação é despoletado automaticamente – cada vez que o índice de preços no consumidor atinge os 2,5%, salários e pensões aumentam outro tanto –, a ULC propõe uma exceção, com o objetivo de aumentar em 1,5% o poder de compra dos consumidores, como referiu à Rádio Latina Guy Goedert, diretor do organismo.

A ULC continua a exigir uma indexação extraordinária de 1,5% para compensar a perda de poder de compra dos consumidores, nos últimos anos.

A perda de poder de compra é estimada em 1.269 euros para os trabalhadores que recebem o salário mínimo, aumentando para 3.124 euros no que diz respeito aos salários médios, segundo os cálculos da Câmara dos Assalariados, publicados há dois anos. Na origem do problema está o facto de os salários não terem sido indexados entre outubro de 2013 e janeiro de 2017.

Além do 'index' de 1 de janeiro de 2017, os salários e as pensões também foram adaptados ao custo de vida em agosto deste ano.

A próxima adaptação deverá acontecer nos últimos três meses de 2019, segundo as previsões do STATEC, publicadas a 4 de dezembro último.


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