União dos Consumidores insiste na indexação suplementar de 1,5%
União dos Consumidores insiste na indexação suplementar de 1,5%
A reivindicação não é nova, mas a ULC persiste: é preciso aumentar salários e pensões. Como? Usando o mecanismo de indexação. Porquê? Por causa da perda do poder de compra.
Uma vez que o sistema de indexação é despoletado automaticamente – cada vez que o índice de preços no consumidor atinge os 2,5%, salários e pensões aumentam outro tanto –, a ULC propõe uma exceção, com o objetivo de aumentar em 1,5% o poder de compra dos consumidores, como referiu à Rádio Latina Guy Goedert, diretor do organismo.
A ULC continua a exigir uma indexação extraordinária de 1,5% para compensar a perda de poder de compra dos consumidores, nos últimos anos.
A perda de poder de compra é estimada em 1.269 euros para os trabalhadores que recebem o salário mínimo, aumentando para 3.124 euros no que diz respeito aos salários médios, segundo os cálculos da Câmara dos Assalariados, publicados há dois anos. Na origem do problema está o facto de os salários não terem sido indexados entre outubro de 2013 e janeiro de 2017.
Além do 'index' de 1 de janeiro de 2017, os salários e as pensões também foram adaptados ao custo de vida em agosto deste ano.
A próxima adaptação deverá acontecer nos últimos três meses de 2019, segundo as previsões do STATEC, publicadas a 4 de dezembro último.
