ULC: União dos Consumidores quer indexação suplementar dos salários e pensões
A União Luxemburguesa dos Consumidores (ULC) exige que os salários e pensões sejam indexados à inflação duas vezes.
Ouvido pela Rádio Latina, o director da ULC, Guy Goedert, explicou que a adaptação dos salários ao custo de vida prevista para o primeiro trimestre de 2017 – que a confirmar-se traduz-se num aumento de 2,5% – não é suficiente para fazer face à perda do poder de compra dos consumidores. A estrutura reivindica por isso uma indexação suplementar de 1,5%, que deveria ser despoletada antes ou ao mesmo tempo do que a tranche prevista para o início do próximo ano.
À Rádio Latina, o director da ULC fez ainda referência ao estudo do STATEC tornado público na semana passada, segundo o qual uma pessoa a viver sozinha precisa de 1.923 euros por mês para “viver decentemente” no Luxemburgo. Ora, no entender da ULC o número é irrealista, algo que justifica ainda mais uma indexação compensatória de salários e pensões.
Guy Goedert, director da União Luxemburguesa dos Consumidores, organismo que reivindica a aplicação de duas indexações salariais, de forma a fazer face à progressão dos preços e a colmatar a perda de poder de compra dos consumidores. À indexação de 2,5% prevista para 2017, deveria somar-se um segunda subida de 1,5%.
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