Transfronteiriços são mais afetados pela crise do que os residentes
Transfronteiriços são mais afetados pela crise do que os residentes
Entre fevereiro e junho, o número de trabalhadores transfronteiriços a exercer funções no Grão-Ducado caiu vertiginosamente, de acordo com os dados publicados esta sexta-feira pela instituto de estatística luxemburguês.
Segundo o Statec, havia 205.708 trabalhadores fronteiriços empregados em fevereiro, contra apenas 201.230 em março, no início do confinamento. Em junho, o número de empregados era apenas 202.756, ainda muito abaixo do período pré-crise. No total são menos 2.952 trabalhadores. Primeiras vítimas da crise gerada pela pandemia, o trabalhadores que moram do outro lado da fronteira luxemburguesa, são assim os mais afetados pela crise geradas pela pandemia.
De facto, segundo o Statec, os setores mais "atingidos" pela crise são também aqueles que empregam muitos trabalhadores tranfronteiriços. Este é particularmente o caso nos sectores da construção, comércio e emprego temporário. Por outro lado, o ramo mais "dinâmico" nas últimas semanas tem sido o sector da administração pública, cuja actividade se tem intensificado durante a crise. No entanto, o emprego público é esmagadoramente orientado para os residentes com nacionalidade luxemburguesa.
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