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Transfronteiriços são mais afetados pela crise do que os residentes
Economia 24.07.2020 Do nosso arquivo online

Transfronteiriços são mais afetados pela crise do que os residentes

Transfronteiriços são mais afetados pela crise do que os residentes

Foto: António Pires
Economia 24.07.2020 Do nosso arquivo online

Transfronteiriços são mais afetados pela crise do que os residentes

Perto de 3 mil transfronteiriços perderam o emprego por causa da pandemia.

Entre fevereiro e junho, o número de trabalhadores transfronteiriços a exercer funções no Grão-Ducado caiu vertiginosamente, de acordo com os dados publicados esta sexta-feira pela instituto de estatística luxemburguês. 

Segundo o Statec, havia 205.708 trabalhadores fronteiriços empregados em fevereiro, contra apenas 201.230 em março, no início do confinamento. Em junho, o número de empregados era apenas 202.756, ainda muito abaixo do período pré-crise. No total são menos 2.952 trabalhadores. Primeiras vítimas da crise gerada pela pandemia, o trabalhadores que moram do outro lado da fronteira luxemburguesa, são assim os mais afetados pela crise geradas pela pandemia. 

De facto, segundo o Statec, os setores mais "atingidos" pela crise são também aqueles que empregam muitos trabalhadores tranfronteiriços. Este é particularmente o caso nos sectores da construção, comércio e emprego temporário. Por outro lado, o ramo mais "dinâmico" nas últimas semanas tem sido o sector da administração pública, cuja actividade se tem intensificado durante a crise. No entanto, o emprego público é esmagadoramente orientado para os residentes com nacionalidade luxemburguesa. 


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Sem surpresas, a pandemia da covid-19 está a afetar a evolução do emprego no Luxemburgo. No primeiro trimestre deste ano, o aumento do número de trabalhadores no país ficou-se pelos 0,3% face a igual período de 2019. No trimestre anterior, a subida tinha sido de 0,8%, segundo dados divulgados hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (STATEC).