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Trabalhar por conta própria não convence no Luxemburgo
Economia 02.08.2018 Do nosso arquivo online

Trabalhar por conta própria não convence no Luxemburgo

Trabalhar por conta própria não convence no Luxemburgo

Foto: Shutterstock
Economia 02.08.2018 Do nosso arquivo online

Trabalhar por conta própria não convence no Luxemburgo

Trabalhar por conta própria não parece ser uma atividade muito apelativa no Luxemburgo, sobretudo para os nativos. O Eurostat divulgou hoje estatísticas sobre a tendência que os residentes nos vários Estados-membros têm para trabalhar por conta própria. No estudo, o gabinete de estatística da Comissão Europeia distingue entre nativos, migrantes que vêm de outros Estados da União Europeia (UE), e entre aqueles que vêm de fora da UE.

Trabalhar por conta própria não parece ser uma atividade muito apelativa no Luxemburgo, sobretudo para os nativos.

O Eurostat divulgou hoje estatísticas sobre a tendência que os residentes nos vários Estados-membros têm para trabalhar por conta própria. No estudo, o gabinete de estatística da Comissão Europeia distingue entre nativos, migrantes que vêm de outros Estados da União Europeia (UE), e entre aqueles que vêm de fora da UE.

Ora, no Grão-Ducado são os luxemburgueses que menos optam pelo trabalho por conta própria por comparação com os migrantes.

Mas tanto os nativos como os migrantes da UE apresentam percentagens baixas de trabalho por conta própria. Os luxemburgueses surgem como uma taxa de 8,7% e aqueles que vêm da UE, de 8,8%. Nos dois casos são a segunda taxa mais baixa do bloco dos 28.

É entre aqueles que vêm de fora da UE que a percentagem sobe um pouco: 10% optam pelo trabalho por conta própria, valor que não compara mal com o conjunto da UE.

Esta tendência global do Luxemburgo difere da encontrada a nível europeu, em que são os nativos aqueles que mais frequentemente têm um negócio próprio. Na UE há 30,4 milhões de pessoas (entre os 20 e os 64 anos) que trabalham por contra própria. Destas destas 26,9 milhões são nativas (do Estado-membro onde têm atividade). Por outro lado, apenas 3,5 milhões de migrantes se estabelecem por si, sendo que destes, 1,3 milhões vem de outro Estado-membro.

Em termos relativos, na UE a percentagem de trabalhadores por conta própria entre nativos é de 14,2%, valor que diminui para 12,7% no caso de migrantes vindos de outro Estado-membro e para 12,4%, no caso de migrantes que vêm de fora da UE.


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