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Taxa de inflação foi de 2,4% no Luxemburgo
Economia 17.09.2018 Do nosso arquivo online

Taxa de inflação foi de 2,4% no Luxemburgo

A man poses for the photographer with a twenty Euro note after withdrawing money from an automated teller machine (ATM) in Dublin, Ireland, on November 22, 2010.   European authorities sought Monday to reassure Ireland that its cherished corporate tax regime was not a prime target in negotiations on an EU-IMF bailout expected to be finalised next week.  European Economic Affairs Commissioner Olli Rehn said technical talks on a European Union-IMF programme were "well under their way" and could be "concluded by the end of November".       AFP PHOTO / Peter Muhly

Taxa de inflação foi de 2,4% no Luxemburgo

A man poses for the photographer with a twenty Euro note after withdrawing money from an automated teller machine (ATM) in Dublin, Ireland, on November 22, 2010. European authorities sought Monday to reassure Ireland that its cherished corporate tax regime was not a prime target in negotiations on an EU-IMF bailout expected to be finalised next week. European Economic Affairs Commissioner Olli Rehn said technical talks on a European Union-IMF programme were "well under their way" and could be "concluded by the end of November". AFP PHOTO / Peter Muhly
AFP
Economia 17.09.2018 Do nosso arquivo online

Taxa de inflação foi de 2,4% no Luxemburgo

A taxa de inflação no Luxemburgo foi de 2,4% em agosto, um abrandamento ligeiro face aos 2,5% registados em julho. A taxa fica acima da registada na zona euro, que foi de 2%.

A taxa de inflação no Luxemburgo foi de 2,4% em agosto, um abrandamento ligeiro face aos 2,5% registados em julho. A taxa fica acima da registada na zona euro, que foi de 2%.

Segundo o Eurostat, as taxas de inflação anuais mais baixas registaram-se na Dinamarca, Irlanda e Grécia. As taxas mais altas foram observadas na Roménia, na Bulgária e na Estónia.

Os maiores contributos para a inflação na zona euro vieram da energia, um segmento onde os preços aumentaram 9,2% em agosto. Seguiu-se o segmento de alimentação, tabaco e álcool,com uma subida de 2,4%.


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