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Subsídio de arrendamento atribuído a mais de 5.200 famílias no primeiro semestre do ano
Economia 20.08.2020 Do nosso arquivo online

Subsídio de arrendamento atribuído a mais de 5.200 famílias no primeiro semestre do ano

Subsídio de arrendamento atribuído a mais de 5.200 famílias no primeiro semestre do ano

Foto: Gerry Huberty
Economia 20.08.2020 Do nosso arquivo online

Subsídio de arrendamento atribuído a mais de 5.200 famílias no primeiro semestre do ano

Diana ALVES
Diana ALVES
Mais de 5.200 famílias beneficiaram do subsídio de arrendamento nos primeiros seis meses de 2020. Mais concretamente, entre 1 de janeiro e 15 de julho deste ano, este apoio à habitação já tinha sido atribuído a 5.247 famílias. Ao longo de todo o ano de 2019, por exemplo, o subsídio chegou a 5.901 agregados.

De acordo com o ministro da Habitação, Henri Kox, o universo de beneficiários "aumentou consideravelmente" desde janeiro de 2018, data em que as novas condições de acesso a esta ajuda pública entraram em vigor. Em 2017, antes da nova legislação, o número de beneficiários ficou-se pelos 1.873.

Com a lei de 2018, as prestações sociais deixaram de ser tidas em conta no cálculo do rendimento do agregado familiar. Outra das alterações prendeu-se com a redução da chamada taxa de esforço mínima, que desceu para 25%.Desta forma, os agregados que gastam mais de um quarto do seu rendimento mensal podem desde então candidatar-se ao subsídio.

Uma pessoa a morar sozinha, por exemplo, só tem direito ao subsídio se o seu rendimento mensal não ultrapassar os 2.650 euros. No caso de um casal com dois filhos, esse teto é de 5.500 euros por mês. Note-se que quem beneficia do subsídio de arrendamento pode receber entre 134 e 294 euros, por mês, em função do rendimento do agregado. 


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Questionado pelo deputado socialista Yves Cruchten sobre o número de inquilinos que viu o seu pedido chumbado no primeiro semestre deste ano, o ministro disponibilizou apenas uma lista das razões das recusas. A lista mostra, por exemplo, que 369 candidatos não atingiam a taxa de esforço de 25%. Já 254 ultrapassavam o limite de rendimento mensal. Uma pessoa a morar sozinha, por exemplo, só tem direito ao subsídio se o seu rendimento mensal não ultrapassar os 2.650 euros. 

Segundo um aritgo publicado recentemente na revista Paperjam o preço médio de venda de um apartamento na cidade do Luxemburgo está três mil euros acima da média nacional: 9.000 euros. O valor correspondente apenas aos apartamentos antigos na capital pode variar entre os 6.000 e os 12.000 euros por m². As novas construções estão excluídas destes cálculos.


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