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Setor das empresas manufatureiras recuperou bem da crise sanitária
Economia 29.04.2022 Do nosso arquivo online
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Setor das empresas manufatureiras recuperou bem da crise sanitária

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Setor das empresas manufatureiras recuperou bem da crise sanitária

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Foto: Guy Jallay
Economia 29.04.2022 Do nosso arquivo online
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Setor das empresas manufatureiras recuperou bem da crise sanitária

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Em 2021, o setor contou com mais de 102.500 trabalhadores, o que representa um aumento de 4% em comparação com o ano anterior.

De uma forma geral, as empresas manufatureiras recuperaram bem da crise sanitária ligada à covid-19. Esta é uma das constatações da Câmara dos Ofícios, que esta semana apresentou o balanço do ano passado.

Olhando para 2021, vê-se que o setor criou novos postos de trabalho, contando com mais de 102.500 trabalhadores, o que representa um aumento de 4% em comparação com o ano anterior. 

Também a nível de criação de novas empresas nota-se um aumento de 5%, passando o setor a contabilizar 8.450 empresas (+430 unidades).

A Câmara dos Ofícios acrescenta, no entanto, que as medidas de ajuda às empresas implementadas pelo Governo do Luxemburgo contribuíram para este balanço positivo.

Apesar desta tendência positiva no geral das empresas, é preciso diferenciar os ramos, sublinha o organismo. Se, por exemplo, no setor da construção é constatado um aumento de atividade, no setor da alimentação o cenário é diferente.

No setor da construção, foram criadas 103 novas empresas, sendo que o livrete de encomendas está preenchido para os próximos oito meses. Já no setor da alimentação, vê-se que em comparação com o ano anterior, em 2021, o setor empregou menos 355 pessoas.

Atualmente são os efeitos da guerra na Ucrânia que estão a preocupar o setor manufatureiro, com os preços da energia e de diversos materiais a aumentarem de forma excecional, o que deixa as empresas preocupadas para os próximos meses.  

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O número tinha sido avançado em Janeiro pela instituição alemã Creditreform mas, só agora, foi oficialmente confirmado pela Secretária de Estado da Economia, Francine Closener. No ano passado, 873 empresas declararam falência no Luxemburgo, um aumento de 3,3% face a 2014.