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Segurança Social com excedente de 1,3 mil milhões de euros
Economia 15.02.2019 Do nosso arquivo online

Segurança Social com excedente de 1,3 mil milhões de euros

O ministro da Segurança Social, Romain Schneider, tem motivos para sorrir. O sistema apresenta um excedente.

Segurança Social com excedente de 1,3 mil milhões de euros

O ministro da Segurança Social, Romain Schneider, tem motivos para sorrir. O sistema apresenta um excedente.
Economia 15.02.2019 Do nosso arquivo online

Segurança Social com excedente de 1,3 mil milhões de euros

O resultado é positivo, mas as despesas estão a crescer mais do que as receitas.

A Segurança Social acabou 2017 com um excedente de 1,3 mil milhões de euros. O número consta do relatório da Segurança Social divulgado pela Inspeção-Geral da Segurança Social (IGSS).

As receitas atingiram os 13,7 mil milhões e as despesas 12,2 mil milhões de euros. No entanto, é  preciso notar que as receitas estão a crescer menos do que as despesas: houve um aumento de 6,7% nas despesas e de 4,4% nas receitas. Dito por outras palavras, o dinheiro que entra está a aumentar menos do que o dinheiro que sai para o pagamento das várias prestações sociais.

O documento especifica como se reparte o dinheiro pelas prestações sociais, indicando quais têm o maior peso nas despesas. Assim, as pensões de velhice e sobrevivência são as que levam a maior fatia do total das despesas: representam 39,6% dos gastos. A seguir vêm as prestações de saúde, que equivalem a 24,9% e as prestações sociais familiares, com 15,4%. A função de invalidez - que inclui as pensões de invalidez, as indemnizações por acidente, o rendimento atribuído a pessoas com um grau elevado de deficiência e o seguro de assistência (direito a cuidados em casa) – representa 10,7% das despesas. Por sua vez, os subsídios de desemprego, as pré-reformas e as medidas para o emprego levam 5,4% do dinheiro. Por último, surgem as medidas para a habitaçâo e exclusão social que valem 4% dos gastos com prestações.

O regime de saúde abrange 835.002 pessoas, sendo que 65,5% são residentes no Grão-Ducado e 34,5% são não-residentes. Esta distribuição deve-se à realidade específica do mercado de trabalho do Grão-Ducado, composto por trabalhadores residentes e por muitos trabalhadores transfronteiriços. De acordo com o comunicado, do IGSS, os não residentes contribuem tal como beneficiam do sistema de segurança social.


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