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Saldos de inverno arrancam esta quarta-feira
Economia 20.01.2021

Saldos de inverno arrancam esta quarta-feira

Saldos de inverno arrancam esta quarta-feira

Lex Kleren
Economia 20.01.2021

Saldos de inverno arrancam esta quarta-feira

Até 17 de fevereiro, os lojistas do Grão-Ducado vão reduzir o valor das montras em pelo menos metade. Este ano não estão autorizados a abrir ao domingo.

Atrasada pelas imposições da pandemia e pelo encerramento de portas forçado, a época de saldos de inverno arranca esta quarta-feira em todo o país com os comerciantes a apostar na recuperação do tempo perdido. 

Há uma semana com permissão para abrir ao público, os lojistas não contam com as habituais enchentes nas lojas, apesar de manterem confiança na atração imediata pelos preços mais baixos. 

Por um período de um mês - mais coisa, menos coisa -, até 17 de fevereiro, também os consumidores vão experimentar uma espécie de nova normalidade na corrida aos produtos em desconto. 

Domingos e discórdia 

No rescaldo de um ano diferente, 2021 não trouxe para já o desejado controlo da pandemia. Assim, com um limite de clientes por metro quadrado, os comerciantes não estão autorizados a abrir as portas ao domingo como tem acontecido na última década. 

Alvo de várias críticas, a decisão que quer evitar eventuais aglomerações nas lojas e centros comerciais foi comunicada, na semana passada, pelo ministro da Classes Médias, Lex Delles. Na prática significa que nos dias 24 e 31 de janeiro as lojas vão permanecer fechadas. Acontece o mesmo nos domingos de fevereiro, 7 e 14 respetivamente.  

Em nome dos patrões, a A Confederação Luxemburguesa do Comércio (CLC) já veio condenar a opção do Governo, argumentando até que a proibição poderá acabar por criar uma maior concentração de pessoas durante a semana. De acordo com a Rádio Latina, a CLC fala numa decisão "incompreensível" que dificulta a missão de escoar os muitos produtos que ficaram nas prateleiras graças ao pingue-pongue dos confinamentos, mais ou menos rigorosos. 

A CLC alerta ainda para o facto de França ter autorizado a abertura das lojas ao domingo, durante este período e teme que a decisão acabe por empurrar os consumidores "para um país onde a situação sanitária atual é menos favorável do que a do Luxemburgo".


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