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Cheias de julho. Só um terço das indemnizações foi pago às vítimas
Economia 07.04.2022 Do nosso arquivo online
Mau tempo

Cheias de julho. Só um terço das indemnizações foi pago às vítimas

Moradores são resgatados em Echternach depois das inundações, em julho de 2021
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Cheias de julho. Só um terço das indemnizações foi pago às vítimas

Moradores são resgatados em Echternach depois das inundações, em julho de 2021
Foto: Gerry Huberty
Economia 07.04.2022 Do nosso arquivo online
Mau tempo

Cheias de julho. Só um terço das indemnizações foi pago às vítimas

Maria MONTEIRO
Maria MONTEIRO
Em março, o Governo tinha entregue apenas 12 milhões de euros de um total de 34 milhões em pedidos de compensação pelos danos causados pelas chuvas torrenciais no verão passado. Os dados foram avançados pela ministra do Interior esta quarta-feira em resposta parlamentar.

Os deputados Fred Keup e Jeff Engelen, do ADR, quiseram saber o ponto de situação das indemnizações atribuídas aos agregados familiares e às empresas na sequência dos estragos provocados pelas inundações de julho. 

De acordo com a resposta oficial, o Governo pagou apenas uma pequena percentagem do pacote de 100 milhões de euros anunciado em agosto para cobrir os estragos materiais do mau tempo. Pouco mais de metade das 634 famílias que pediram ajuda foram apoiadas no valor médio de 16 mil euros por agregado.


Três empresas, três relatos do caos deixado pelas cheias
São proprietários de restaurantes, pasteleiros e fornecedores. Para Maximilian von Hochberg, Tom Oberweis e Jérémy Pastre, as inundações de meados de julho ainda não são uma recordação do passado.

Para além do apoio estatal no valor de 5,9 milhões de euros, as seguradoras privadas apoiaram as famílias com quase 3 milhões de euros.

Novo sistema de alerta

O setor agrícola beneficiou de 600 mil euros de fundos governamentais e de 30 mil euros das seguradoras e os municípios tiveram direito a apoios de 80 mil euros do Governo e de 10,2 milhões de euros das companhias de seguros.

Em comunicado emitido em outubro, a Associação de Empresas de Seguros e Resgates (ACA, na sigla francesa), descreveu as cheias de julho como o evento mais caro na história das seguradoras luxemburguesas.

No mês passado, o Governo anunciou que está a criar uma nova plataforma para alertar a população sobre fenómenos climáticos extremos. A ideia é recorrer a um sistema único que esteja ligado a vários canais de comunicação e que permita maximizar a emissão de avisos.

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