Escolha as suas informações

Ryanair retoma 40% dos voos a partir de 1 de julho
Economia 12.05.2020

Ryanair retoma 40% dos voos a partir de 1 de julho

Ryanair retoma 40% dos voos a partir de 1 de julho

AFP
Economia 12.05.2020

Ryanair retoma 40% dos voos a partir de 1 de julho

Ana Patrícia CARDOSO
Ana Patrícia CARDOSO
A companhia aérea low cost pretende, assim, ter mil voos por dia.

A Ryanair começa a dar sinais de um regresso possível à normalidade, depois de atravessar um período de completa estagnação durante a pandemia de covid-19. A partir de julho a empresa vai retomar 40% das operações o que significa mil voos por dia, em 90% da rede em que já operava. Desde meados de março a empresa está a realizar apenas 30 voos por dia, entre a Irlanda, o Reino Unido e Europa. 

A mudança está sujeita ao levantamento das restrições aos voos entre países da UE e à aplicação de medidas de saúde pública nos aeroportos. Estas vão implicar, entre outras, que a tripulação e os passageiros sejam obrigados a usar máscaras e a verificar a temperatura.  


Voos na Europa 50% mais caros com obrigação de deixar lugares livres
O aumento dos preços para viagens na Europa será "drástico", diz associação internacional do setor.

"Passados quatro meses, é tempo de colocar a Europa a voar para podermos reunir amigos e famílias, permitir que as pessoas regressem ao trabalho e relançar a indústria europeia do turismo, que proporciona tantos milhões de postos de trabalho", afirmou Eddie Wilson, CEO da Ryanair, num comunicado enviado às redações.

O anúncio da retoma de parte da atividade vem logo após saber-se que a companhia áerea vai despedir três mil pessoas. Os números correspondem a 15% de um universo de 20 mil funcionários que a empresa emprega, um pouco por todo o mundo.  Deverá atingir sobretudo pilotos e tripulação de cabine, embora as medidas afetem também as equipas da sede e dos serviços administrativos. 


Comissão Europeia não quer viagens para fora da UE até fim do ano
Desde meados de março existem fortes restrições à circulação nas fronteiras externas e internas da UE, para tentar conter a propagação da covid-19.

A empresa estima um prejuízo líquido superior a 100 milhões de euros no primeiro trimestre e durante o verão, devido à paralisação provocada pela pandemia.

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas