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Rendas congeladas por mais seis meses
Economia 21.12.2020

Rendas congeladas por mais seis meses

Rendas congeladas por mais seis meses

AFP
Economia 21.12.2020

Rendas congeladas por mais seis meses

Até junho do próximo ano, os senhorios não podem aumentar a renda, depois do parlamento ter aprovado o prolongamento do prazo para responder aos efeitos da crise sanitária.

Até ao verão do próximo ano as rendas vão manter-se congeladas no Grão-Ducado, depois dos deputados terem aprovado unanimemente o diploma que oficializa que no prazo de dois meses os senhorios estão impedidos de aumentar o valor cobrado aos arrendatários. 

Assim como o conjunto de medidas pensadas para atenuar os efeitos da crise sanitária, esta medida foi pensada para retirar o peso da expectativa ao orçamento familiar. Até agora, o congelamento estava previsto até ao fim do ano. Agora, pela mão do governo os arrendatários têm mais seis meses para respirar fundo. Já que, tal como o desemprego parcial, o regime foi alargado até junho de 2021. 

Entretanto, durante o debate, os deputados do Déi Lénk propuseram que este congelamento se mantivesse até, pelo menos o próximo ano, mas a ideia acabou por recolher apenas quatro votos a favor. 

Em simultâneo, face às evidências económicas, o governo decidiu ainda promover uma data de medidas de incentivo aos comerciantes e à população. Em causa, para já, estão apenas as rendas pagas para fins habitacionais. Por outras palavras, os proprietários de lojas ou outros espaços comerciais ainda podem aumentar as rendas se assim o entenderem 

Os restaurantes e os bares vão manter as portas fechadas até, pelo menos, o fim da segunda quinzena de janeiro. Em compensação, o prazo dos vouchers de refeição e dos hotéis também foram prolongados, assim como o mecanismo do desemprego parcial. 

Em média, de acordo com dados publicados pelo AtHome em abril passado, as rendas médias mensais dos apartamentos do Grão-Ducado são de 1,616 euros e 2,963 euros para uma casa. Isto representa um aumento de 6% entre março de 2019 e março de 2020 para os apartamentos e 2% para as casas.


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