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Luxemburgo é "escolha natural" para empresas do pós-Brexit
Economia 10.03.2017 Do nosso arquivo online
Pierre Gramegna

Luxemburgo é "escolha natural" para empresas do pós-Brexit

O ministro das Finanças, Pierre Gramegna, deslocou-se a Singapura numa missão económica.
Pierre Gramegna

Luxemburgo é "escolha natural" para empresas do pós-Brexit

O ministro das Finanças, Pierre Gramegna, deslocou-se a Singapura numa missão económica.
Foto: Pierre Matgé
Economia 10.03.2017 Do nosso arquivo online
Pierre Gramegna

Luxemburgo é "escolha natural" para empresas do pós-Brexit

O Luxemburgo está a tornar-se num sério concorrente na competição que está a surgir em muitos países europeus para atrair empresas, depois de o Reino Unido abandonar a União Europeia. De facto, houve já algumas empresas a revelarem interesse pelo país. Ministro das Finanças afirma que o Luxemburgo é "uma escolha natural".

O Luxemburgo está a tornar-se num sério concorrente na competição que está a surgir em muitos países europeus para atrair empresas, depois de o Reino Unido abandonar a União Europeia. De facto, houve já algumas empresas a revelarem interesse pelo país. O ministro das Finanças afirma que o Luxemburgo "é uma escolha natural".

Recentemente, o grupo segurador American International Group adiantou que se prepara para desenvolver atividade no Grão-Ducado e o Lloyd's of London já disse que o país é umas das possibilidades em cima da mesa (tal como Frankfurt e Dublin).

O ministro das Finanças luxemburguês, Pierre Gramegna, afirmou - numa entrevista à Bloomberg durante a missão económica em Singapura - que o Luxemburgo é "uma escolha natural” para as empresas que queiram manter um pé na União Europeia. À CNBC (a quem também deu uma entrevista) realçou que o país tem rating de tripo A de todas as agências de notação financeira e sublinhou a estabilidade política, económica e financeira do país.

O responsável destacou ainda que muitas empresas de seguros, muitos gestores de ativos e empresas de tecnologia mostraram interesse pelo Grão-Ducado.

Muitos agentes económicos desenvolvem a sua atividade apenas através de Londres e agora precisam de um braço num país da União Europeia, explicou Gramegna. E é aqui que, segundo o governante, o Luxemburgo surge como uma “escolha natural”.


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