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Os 20 países mais ricos do Mundo: G20 optimista sobre crescimento global
Joe Hockey, o ministro das Finanças da Austrália, país que preside este ano o G20

Os 20 países mais ricos do Mundo: G20 optimista sobre crescimento global

Foto: AFP
Joe Hockey, o ministro das Finanças da Austrália, país que preside este ano o G20
Economia 11.10.2014

Os 20 países mais ricos do Mundo: G20 optimista sobre crescimento global

Os países industrializados e emergentes do G20 manifestaram na sexta-feira o seu "optimismo" com o crescimento mundial, no final de uma reunião em Washington, apesar do regresso de alguns problemas - declarou o ministro australiano das Finanças, Joe Hockey.

"Enquanto algumas economias importantes recuperam, outras enfrentam novas debilidades. Mas saímos (da reunião) com optimismo", disse Hockey, cujo país preside este ano ao G20 financeiro, grupo que abarca os 20 países mais ricos do Mundo e 85% do PIB mundial.

Em Washington desde quinta-feira, os ministros da Economia do G20 abordaram, principalmente, as turbulências da Zona Euro, exposta a ameaças de uma nova recessão.

Segundo Hockey, a UE deve adoptar "reformas estruturais" no mercado do trabalho e em matéria de competitividade para impulsionar um crescimento (actualmente) inexpressivo e melhorar as "capacidades limitadas" das políticas monetária e fiscal.

"A Europa pode melhorar, mas precisa concluir essas reformas estruturais", insistiu, repetindo o mantra que prevaleceu nesta semana durante a reunião do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial, em Washington.

Ao mesmo tempo, Hockey reconheceu o trabalho do Banco Central Europeu (BCE), que enfrenta pressões deflacionárias e uma desaceleração do consumo.

O presidente do BCE, Mario Draghi, "certamente, tem o trabalho mais desafiador do mundo neste momento", comentou.

Para o resto do mundo, o ministro australiano estimou que o objectivo de incrementar o Produto Interno Bruto (PIB) mundial em 2% acima das actuais previsões para os próximos cinco anos pode ser atingido, se for criado um fundo mundial para financiar projectos de infraestruturas.

As economias emergentes precisam de 8 mil milhões de dólares em investimentos para infraestruturas nos próximos dez anos, afirmou.


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