Escolha as suas informações

OGBL. Trabalhadores do supermercado Match têm de trabalhar no feriado
Economia 07.05.2021 Do nosso arquivo online

OGBL. Trabalhadores do supermercado Match têm de trabalhar no feriado

Imagem de arquivo

OGBL. Trabalhadores do supermercado Match têm de trabalhar no feriado

Imagem de arquivo
Foto: Pixabay
Economia 07.05.2021 Do nosso arquivo online

OGBL. Trabalhadores do supermercado Match têm de trabalhar no feriado

Susy MARTINS
Susy MARTINS
A organização sindical admite que a lei permite essas aberturas até às 13h, mas contesta a decisão, que foi tomada de forma unilateral, e pede à população que boicote a abertura dos supermercados nos feriados, não indo às compras nesse dia.

Sem concertar a delegação do pessoal, a direção do Match decidiu abrir os seus supermercados nos dias feriados, e isso a partir de 9 de maio. Uma decisão criticada pela central sindical OGBL, que diz que “não vai deixar que isso aconteça”.

Num comunicado, a OGBL acrescenta que a direção está a pensar abrir os seus supermercados também a 23 de junho, dia da Festa Nacional.

O sindicato admite que a lei permite essas aberturas até às 13h nos dias feriados. No entanto frisa que não aceita que essa decisão tenha sido tomada de forma unilateral, ainda por cima sabendo que praticamente todos os trabalhadores rejeitam esse projeto da direção do Match.

Para além disso, segundo a OGBL, não há nenhuma necessidade de abrir as lojas nos feriados, a não ser maximizar os lucros dos acionistas, em detrimento da vida privada e familiar dos trabalhadores da empresa.

Daí a central sindical reivindicar que as portas dos supermercados fiquem fechados no dia 9 de maio, como também nos outros feriados. Caso contrário ameaça recorrer a ações sindicais. Para além disso, o sindicato pede à população para que boicote a abertura dos supermercados nos feriados, não indo às compras nesse dia.  

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

Cerca de 600 trabalhadores do grupo SERVIOR arriscam-se a ver as suas condições de trabalho degradarem-se caso o governo avance com a privatização do setor de cuidados de saúde. O alerta é OGBL que manifesta o seu desagrado com a intenção do Executivo.