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OGBL e LCGB criticam posição da UEL sobre aumento do salário mínimo
Economia 26.11.2020

OGBL e LCGB criticam posição da UEL sobre aumento do salário mínimo

OGBL e LCGB criticam posição da UEL sobre aumento do salário mínimo

Foto: Lex Kleren
Economia 26.11.2020

OGBL e LCGB criticam posição da UEL sobre aumento do salário mínimo

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Segundo o OGBL e a LCGB os trabalhadores que ganham o ordenado mínimo têm o direito a este aumento.

“A posição da União Luxemburguesa das Empresas (UEL) relativa ao aumento do salário social mínimo é revoltante”. A declaração é das centrais sindicais OGBL e LCGB que, em comunicado conjunto, afirmam estar “chocadas” com a atitude da UEL.


Quanto vai aumentar o salário mínimo em 2021?
Saiba o que representa o aumento em valores absolutos para trabalhadores qualificados e não-qualificados.

Na semana passada o Governo anunciou um aumento do salário mínimo de 2,8% a partir de 1 de janeiro do próximo ano. Para a UEL neste contexto atual de crise económica e sanitária um tal aumento “não é sustentável para as empresas”. A organização defendeu na altura que o aumento “não só vai destruir os empregos existentes como também impedir a criação de novos postos de trabalho”. Daí ter reivindicado que o projeto de lei que estipula o aumento do salário mínimo, seja retirado, e não vá a votos no Parlamento.

Segundo o OGBL e a LCGB os trabalhadores que ganham o ordenado mínimo têm o direito a este aumento, uma vez que se trata de uma adaptação à evolução dos salários no Luxemburgo. Ou seja, segundo os sindicatos, este aumento já ocorreu há pelo menos mais de um ano, nos outros salários.


UEL não concorda com aumento do salário social mínimo
A União das Empresas Luxemburguesas (UEL) declara-se “estupefacta” com a decisão do Governo de aumentar o salário social mínimo de 2,8% a partir de 1 de janeiro de 2021.

No comunicado a UEL dava conta que nos últimos dois anos, o salário mínimo já aumentou de 7%. Uma “informação errada”, segundo os representantes dos trabalhadores, que sublinham que o aumento foi de 4,56%.

Resumindo, os sindicatos defendem que esta crise económica não pode ser resolvida em detrimento das pessoas que trabalham.  

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