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OE/17: Orçamento entregue com previsão de um excedente de 154 milhões de euros em 2017
Economia 12.10.2016

OE/17: Orçamento entregue com previsão de um excedente de 154 milhões de euros em 2017

O ministro das Finanças, Pierre Gramegna, entregou hoje o Orçamento do Estado para 2017 no Parlamento.

OE/17: Orçamento entregue com previsão de um excedente de 154 milhões de euros em 2017

O ministro das Finanças, Pierre Gramegna, entregou hoje o Orçamento do Estado para 2017 no Parlamento.
Foto: Pierre Matgé
Economia 12.10.2016

OE/17: Orçamento entregue com previsão de um excedente de 154 milhões de euros em 2017

O ministro das Finanças, Pierre Gramegna, entregou hoje no Parlamento o Orçamento do Estado para 2017 (OE/17) que prevê um excedente de 154 milhões de euros (administrações públicas), equivalente a 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e a criação de 1044 postos de trabalho.

O ministro das Finanças, Pierre Gramegna, entregou hoje no Parlamento o Orçamento do Estado para 2017 (OE/17) que prevê um excedente de 154 milhões de euros (administrações públicas), equivalente a 0,3% do Produto Interno Bruto (PIB) e a criação de 1044 postos de trabalho.

O superávite é conseguido à custa da administração local (autarquias) que terão um saldo positivo de 253 milhões de euros e do excedente de 883 milhões de euros da Segurança Social. Pelo contrário a administração central terá um défice de 987 milhões de euros, por causa da redução das receitas fiscais que vão cair mais de 373 milhões de euros no próximo ano e do nível de investimento.

O Governo assegura, no entanto, que a partir de 2018, aquele défice vai diminuir progressivamente até aos 571 milhões de euros em 2020.

Por outro lado, Gramegna revelou que o OE/17 prevê a criação de 1044 postos de trabalho, sendo que 544 vão situar-se no setor da educação e 100 na polícia grã-ducal.

Em termos de receitas, a estimativa do Executivo aponta para a entrada de 16,9 mil milhões de euros nos cofres do Estado, com a maior fatia a vir dos impostos directos (IRS e IRC), que deverão render 8,1 mil milhões de euros, logo seguida pelos impostos indirectos (IVA, entre outros), que devem render 6,4 mil milhões de euros.

No capítulo das despesas, estas devem atingir os 17,9 mil milhões de euros. As transferências para a Segurança Social serão de 4,2 mil milhões de euros e são o maior gasto do Estado. As remunerações vêm logo a seguir representando 3,8 mil milhões de euros.


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