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Mais de 8.000 postos de trabalho criados desde maio. Residentes estão a beneficiar mais
Economia 08.09.2020

Mais de 8.000 postos de trabalho criados desde maio. Residentes estão a beneficiar mais

Mais de 8.000 postos de trabalho criados desde maio. Residentes estão a beneficiar mais

Foto: Guy Jallay/Luxemburger Wort
Economia 08.09.2020

Mais de 8.000 postos de trabalho criados desde maio. Residentes estão a beneficiar mais

Diana ALVES
Diana ALVES
Depois de meses de paralisação em vários setores, o emprego está de novo a crescer no Luxemburgo e essa evolução beneficia sobretudo os trabalhadores residentes no país.

Num novo relatório, baseado em dados do Statec, a Fundação IDEA sublinha o facto de o país estar novamente a criar postos de trabalho: desde maio foram criados cerca de 8.500. Uma criação de emprego que, segundo o organismo, "favorece mais os residentes do que os transfronteiriços".

Quer isto dizer que os trabalhadores que vivem no país estão a beneficiar mais dessa criação de emprego do que aqueles que moram do outro lado da fronteira. A fundação frisa que se a taxa de crescimento médio se tivesse mantido no nível de 2019, o país teria registado mais de 8.000 empregos suplementares em julho. 

Em contrapartida, alguns empregos desapareceram, embora o organismo sublinhe que, em relação ao nível anterior à crise, foram eliminados "apenas" 602 postos de trabalho. Recorde-se que a taxa de desemprego ronda atualmente os 6,6%, mais 1,1% face ao período antes do confinamento.

Já o recurso ao desemprego parcial continua a diminuir, com 2.966 pedidos para setembro, face aos mais de 6.000 registados em junho.  


Tráfego rodoviário no Luxemburgo caiu 63% durante o confinamento
Dados revelam ainda uma descida de 35% no congestionamento das estradas na última semana de agosto comparativamente a 2019.

O estudo da Fundação IDEA incidiu sobre outros indicadores económicos e sociais, nomeadamente o tráfego rodoviário no Grão-Ducado. Os dados revelam, por exemplo, uma descida "espantosa" do congestionamento rodoviário nas semanas entre 16 de março e 27 de abril: uma quebra "espantosa" de 63%.  

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