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Mais de 500 falências entre março e agosto. Menos do que em 2019
Economia 15.09.2020

Mais de 500 falências entre março e agosto. Menos do que em 2019

Mais de 500 falências entre março e agosto. Menos do que em 2019

Foto: Chris Karaba
Economia 15.09.2020

Mais de 500 falências entre março e agosto. Menos do que em 2019

Diana ALVES
Diana ALVES
Quanto aos setores mais afetados pelas insolvências entre março e agosto deste ano, destaca-se o das atividades financeiras e seguros.

Cerca de 500 empresas declararam falência entre março e agosto deste ano no Luxemburgo. Mais concretamente, foram 513 as sociedades que tiveram de pôr fim ao negócio. São menos face a igual período de 2019. Segundo dados do Luxembourg Business Registers (LBR), divulgados pelos ministros das Classes Médias, Lex Delles, da Justiça, Sam Tanson, e da Economia, Franz Fayot, no ano passado, entre março e agosto, o Grão-Ducado assistiu a 663 insolvências.

Os números dos governantes surgem na sequência de uma questão parlamentar do deputado Marc Goergen, do Partido Pirata, que questionou o Governo sobre o número de empresas que abriram falência desde o início da pandemia do novo coronavírus. Ora, os dados não permitem, para já, tirar grandes conclusões sobre o impacto da crise.


Luxemburgo já tem uma estratégia para assegurar o pleno emprego
Além dos bónus à contratação, o Governo vai lançar um subsídio de 2 mil euros para a criação de novos negócios. As doze medidas foram apresentadas pelo ministro do Trabalho.

Quanto aos setores mais afetados pelas insolvências entre março e agosto deste ano, destaca-se o das atividades financeiras e seguros, com 200. Nota também para o ramo do comércio e reparação de automóveis, que registou 89. Sobre o setor da hotelaria e restauração, um dos mais afetados pela crise atual, 35 fecharam as portas. Quanto à construção, os dados do Governo apontam para 47. 

O processo de modernização da lei das falências começou há 17 anos e desde então continua num impasse, com adiamentos constantes.   

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