Luxemburgueses são 27% do mercado de trabalho
Luxemburgueses são 27% do mercado de trabalho
Os estrangeiros (residentes e fronteiriços) são assim a maioria, correspondendo a mais de 73% da força de trabalho.
Se se analisarem apenas os residentes, os estrangeiros continuam a ultrapassar os luxemburgueses: são cerca de 28% do mercado de trabalho. A este valor soma-se depois o dos fronteiriços, que totalizaram 192.121 pessoas. A maioria dos que atravessa a fronteira para trabalhar vem de França (100.299), seguida pelos belgas (46.035) e pelos alemães (45.787).
O número total de trabalhadores assalariados tem vindo a subir de forma constante e atingiu então os 422.010 entre abril e julho. Trata-se de uma subida de 1% face ao trimestre anterior e de 3,9% face ao mesmo período de 2017. Este aumento aproveita mais os fronteiriços do que os residentes: o emprego subiu 4,8% no caso dos primeiros e 3,2% no caso dos residentes. Entre os residentes, o número de trabalhadores vindos de fora da União Europeia avançou 10% e os comunitários subiram 2,7%.
O aumento do emprego deve-se ao bom desempenho de dois setores de atividade em particular, que revelaram maior dinamismo no período analisado. Assim, os serviços de informação e comunicação de um lado, e as atividades especializadas e serviços de apoio, do outro, tiveram um crescimento homólogo de 5,6% e de 6,2%, respetivamente.
No que diz respeito ao setor das atividades especializadas e serviços de apoio, os serviços de contabilidade e as agências de trabalho temporário justificam o aumento. Já no que respeita aos serviços de informação, a informática é o principal motor. Aqueles dois setores representam 20% do total de emprego assalariado e são responsáveis por 32% da criação líquida de emprego entre o segundo trimestre de 2017 e o mesmo período deste ano.
