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Luxemburgo foi o quinto país da UE onde o rendimento familiar mais subiu
Economia 2 min. 22.11.2022
Rendimentos

Luxemburgo foi o quinto país da UE onde o rendimento familiar mais subiu

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Luxemburgo foi o quinto país da UE onde o rendimento familiar mais subiu

Foto: Getty Images/iStockphoto
Economia 2 min. 22.11.2022
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Luxemburgo foi o quinto país da UE onde o rendimento familiar mais subiu

Ana TOMÁS
Ana TOMÁS
Segundo o Eurostat, em 2021, 26,8% da população do Grão-Ducado vivia num agregado familiar que viu o seu rendimento líquido aumentar. No conjunto da UE, a maioria da população não perdeu rendimentos entre 2020 e 2021.

Em 2021, 84% da população da União Europeia (UE) vivia num agregado familiar cujo rendimento líquido ou se mantinha estável (66,5%) ou beneficiara de um aumento (17,5%) em comparação com 2020. No sentido inverso, 16% da população da UE relatou ter sofrido um decréscimo, revelam os dados do Eurostat publicados esta terça-feira.

A percentagem da população que vivia num agregado familiar com um rendimento estável em 2021, por comparação com o ano anterior, era superior a 50% em todos os Estados-membros da UE, variando de 50,7% no Chipre a 84% em Itália.


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No Luxemburgo, aqueles que viviam num agregado com um rendimento estável representavam 61,8% da população, tendo 12,4% perdido rendimento de 2020 para 2021 e 25,8% visto esse rendimento aumentar, durante o mesmo período. 

O Grão-Ducado foi, de resto, o quinto país da UE com uma maior fatia da população a beneficiar de uma subida no rendimento familiar, de acordo com o estudo do gabinete de estatísticas europeu.

Já Portugal ficou praticamente a meio da tabela, com uma percentagem igual à do Luxemburgo (61,8%) no que se refere aos que viram o seu rendimento familiar manter-se estável nos dois anos anteriores. 

Contudo, a quantidade de pessoas que o viu aumentar ou diminuir divergiu da do Grão-Ducado, sendo a distância entre estes dois grupos mais curta no caso português do que no luxemburguês: em Portuga, 20,3% afirmaram ter tido um aumento e 18% uma redução.


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O país da UE que teve maior percentagem da população a declarar um aumento do seu rendimento familiar, entre 2020 e 2021 foi a República Checa. Em contrapartida, em Itália, apenas 4,9% da população beneficiou de uma subida a esse nível.

No que respeita a perda de rendimento, a Roménia foi o país onde ela atingiu menos população (5,4%), enquanto no Chipre afetou 27,6%.

O Eurostat refere que em 17 Estados-membros da UE, a percentagem da população que declarou um aumento do rendimento foi superior à percentagem que declarou um decréscimo. Esta diferença foi superior a 10 pontos percentuais em oito destes Estados-membros. 

Por outro lado, a percentagem da população que comunicou uma diminuição do rendimento foi superior à percentagem que comunicou um aumento em nove países da Europa comunitária, sendo a diferença inferior a 10% em oito deles.

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