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Horesca quer sistema de vouchers para hotéis, cafés e restaurantes válido durante um ano
Economia 2 min. 11.01.2021

Horesca quer sistema de vouchers para hotéis, cafés e restaurantes válido durante um ano

Horesca quer sistema de vouchers para hotéis, cafés e restaurantes válido durante um ano

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Economia 2 min. 11.01.2021

Horesca quer sistema de vouchers para hotéis, cafés e restaurantes válido durante um ano

Diana ALVES
Diana ALVES
A reivindicação encabeça uma lista de várias exigências divulgada pela organização após um encontro com o ministro das Classes Médias, Lex Delles.

A Horesca – federação que representa hotéis, cafés e restaurantes – quer que o Governo crie um sistema de vouchers que os clientes possam usar em todos os estabelecimentos do setor, com um prazo de validade de um ano. 

A reivindicação encabeça uma lista de várias exigências divulgada pela organização após um encontro com o ministro das Classes Médias, Lex Delles. Encontro que o secretário-geral da federação qualifica de positivo. Recorde-se que no início da pandemia o Governo decidiu enviar a todos os residentes e trabalhadores transfronteiriços, com mais de 16 anos de idade, vouchers de 50 euros que podiam – e podem, já que o prazo para a sua utilização foi prolongado até meados de abril – ser usados em hotéis, pousadas e parques de campismo, de forma a ajudar a hotelaria a fazer face à crise. 

Agora, aquilo que a Horesca reivindica é a criação de um sistema semelhante, mas que abranja todos os estabelecimentos do setor, incluindo também cafés e restaurantes. Além dos vouchers, a federação pede que o regime de ajudas destinado ao setor seja prolongado até 20 de junho, "tal como prevê o regulamento europeu sobre as ajudas estatais". 


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Setor quer mais ajudas 

A federação pede também uma reunião de urgência com os ministros das Finanças e das Classes Médias com vista à introdução de uma ajuda especial para a horeca. No que toca ao desemprego parcial, os representantes de hotéis, restaurantes e cafés defendem um procedimento acelerado e que seja dada prioridade às empresas do ramo devido ao encerramento obrigatório. Defendem igualmente que o um representante da federação da Horesca integre o comité de conjuntura (organismo que analisa os pedidos de acesso ao desemprego parcial).

Ainda sobre as ajudas em vigor, a Horesca propõe que os apoios atuais destinados a cobrir custos fixos sejam mantidos mesmo depois de os cafés e restaurantes reabrirem ao público. Outra das reivindicações prende-se com a redução do IVA pago no setor para 3%. A lista de exigências da Horesca surge numa altura em que o Luxemburgo assiste a um alívio das medidas de luta contra a pandemia, com creches, escolas, cinemas, teatros, lojas, cabeleireiros, piscinas e ginásios, entre outros, a abrir as portas a partir desta segunda-feira. 


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Por seu lado, cafés e restaurantes só deverão voltar a acolher o público a 1 de fevereiro segundo os planos do Governo.  

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