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Grupo Lufthansa espera conseguir acordo para salvar Brussels Airlines
Economia 19.06.2020

Grupo Lufthansa espera conseguir acordo para salvar Brussels Airlines

Grupo Lufthansa espera conseguir acordo para salvar Brussels Airlines

Foto: AFP
Economia 19.06.2020

Grupo Lufthansa espera conseguir acordo para salvar Brussels Airlines

Lusa
Lusa
Para Portugal, a Brussels Airlines voa para Lisboa, Porto e Faro, e é parceira da TAP na rede Star Alliance, realizando voos em ‘codeshare’.

A companhia aérea alemã Lufthansa espera chegar a um acordo com o Estado belga para resgatar a sua subsidiária Brussels Airlines, ameaçada de falência em consequência da crise da covid-19, segundo a imprensa belga de hoje.

De acordo com o jornal francófono Le Soir, o porta-voz do grupo alemão, Andreas Bartels, negou haver um plano para vender a Brussels Airlines, que voa para Portugal e Luanda, entre outros destinos.

“Esperamos conseguir chegar a um acordo com o Estado belga”, declarou.

O grupo Lufthansa não exclui, no entanto, a possibilidade de falência da sua filial belga se não for conseguido um acordo social com os sindicatos, noticia, por seu lado, o La Libre Belgique.

O Governo belga e a Lufthansa negoceiam há semanas uma possível ajuda de Estado à Brussels Airlines, sob a forma de um financiamento no valor de 300 milhões de euros.

De acordo com a imprensa belga, está prevista para hoje mais uma ronda negocial.

Os pilotos têm-se oposto ao acordo proposto – que prevê a redução de quase 1.000 dos seus 4.000 funcionários – classificando algumas das propostas da administração como intragáveis.


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Para Portugal, a Brussels Airlines voa para Lisboa, Porto e Faro, e é parceira da TAP na rede Star Alliance, realizando voos em ‘codeshare’.

A companhia belga voa de Bruxelas para mais de 70 destinos na Europa, África (incluindo Luanda), e ainda Nova Iorque e Washington, nos Estados Unidos da América.

A Brussels Airlines interrompeu a atividade em 21 de março, tendo na segunda-feira começado a retomar progressivamente os voos.

A pandemia de covid-19 já provocou mais de 450 mil mortos e infetou mais de 8,4 milhões de pessoas em 196 países e territórios, segundo um balanço feito pela agência francesa AFP.

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