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Falências. Aumento deve-se ao fecho de empresas sem trabalhadores
Economia 15.02.2019

Falências. Aumento deve-se ao fecho de empresas sem trabalhadores

Falências. Aumento deve-se ao fecho de empresas sem trabalhadores

Foto: Guy Jallay/Wort
Economia 15.02.2019

Falências. Aumento deve-se ao fecho de empresas sem trabalhadores

Diana ALVES
Diana ALVES
Dados provisórios do Instituto Nacional de Estatística luxemburguês (STATEC) revelam que 1.189 empresas abriram falência em 2018. Um aumento de 31,5% face ao ano anterior, causado sobretudo pelo fecho de empresas sem trabalhadores.

O relatório anual da Creditreform, publicado em janeiro, já dava conta de um aumento do número de insolvências no ano passado, que bateu recordes. Os dados provisórios divulgado pelo Instituto Nacional de Estatística luxemburguês (STATEC), citados governo luxemburguês, são sensivelmente os mesmos e vêm agora confirmar as observações gerais da empresa privada. 


Falências no Luxemburgo bateram recorde em 2018
O número de falências de empresas atingiu um recorde no Luxemburgo no ano passado. De acordo com um estudo divulgado hoje pela empresa de gestão de crédito Creditreform, no ano passado houve 1.195 empresas a fechar portas. Trata-se de uma subida de quase 28%, face às 935 insolvências verificadas em 2017.

Segundo informações prestadas pelo ministro da Economia, Étienne Schneider, ao deputado socialista Mars Di Bartolomeo, a subida do número de insolvências em 2018 explica-se sobretudo pelo aumento dos encerramentos de empresas sem trabalhadores, que passaram de 390 em 2017, para 674 em 2018. 

Os fechos destas sociedades equivaleram, em 2018, a 57% do total de falências, um aumento de 14 pontos percentuais em relação a 2017. Os setores da finança e seguros (29,8%), do comércio (10,2%) e da construção (10,1%) representam metade das falências decretadas pelos tribunais em 2018. 

No caso das empresas com pelo menos dez empregados verifica-se uma diminuição das falências. À imagem da Creditreform, também o STATEC revela que a indústria é o setor onde existe um maior crescimento das insolvências, embora represente apenas menos de 2% do total dos fechos decretados.


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