Estudo

Como as empresas luxemburguesas deram a volta à crise

Em 2013, muitas lojas do centro da capital do Luxemburgo foram obrigadas a fechar portas. A Loft foi uma delas.
Em 2013, muitas lojas do centro da capital do Luxemburgo foram obrigadas a fechar portas. A Loft foi uma delas.
Foto: Guy Jallay

Por Paula Cravina de Sousa - A redução da procura e o aumento dos custos laborais e das matérias-primas levaram as empresas luxemburguesas a optarem por empregar mais trabalhadores com contratos a termo do que com contratos por tempo indeterminado.

A crise de 2008 afetou todos, desde cidadãos a empresas e ao próprio Estado. Que as empresas sofreram com a crise é expectável, mas que dificuldades sentiram e que medidas tomaram para enfrentar os problemas? De que forma foi feito o ajustamento, houve alterações nos preços, redução de salários ou mais despedimentos? Foi para responder a estas questões que o Banco Central do Luxemburgo (BCL) levou a cabo um inquérito junto de algumas empresas para perceber qual foi a estratégia seguida. A solução refletiu-se na natureza dos contratos de trabalho feitos: houve uma redução do número de trabalhadores permanentes e um aumento dos contratados a prazo. (...)

Leia o artigo, na íntegra, na edição do jornal Contacto desta quarta-feira.  

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