Escolha as suas informações

Estes são os maiores empregadores do Luxemburgo
Economia 12.07.2022
Trabalho

Estes são os maiores empregadores do Luxemburgo

Trabalho

Estes são os maiores empregadores do Luxemburgo

Foto: Shutterstock
Economia 12.07.2022
Trabalho

Estes são os maiores empregadores do Luxemburgo

Diana ALVES
Diana ALVES
Veja a lista divulgada pelo Statec.

Os quatro maiores empregadores do país têm mais de quatro mil trabalhadores e são de áreas distintas. São os resultados do inquérito anual do Instituto Nacional de Estatística (Statec). De acordo com a lista divulgada pelo organismo, este ano o grupo dos Caminhos de Ferro do Luxemburgo (CFL) ocupa o primeiro lugar dos maiores empregadores do país, totalizando 4.710 trabalhadores.

Em segundo lugar surge o grupo Post Luxembourg, que emprega 4.540 trabalhadores, e em terceiro a cadeia de supermercados Cactus, onde trabalham 4.440 pessoas. 

Há ainda uma quarta empresa com um efetivo total acima da barreira dos quatro mil. Trata-se do grupo Dussmann Luxembourg, empresa da área das limpezas, que contabiliza 4.420 empregados.


Residentes alemães são os mais insatisfeitos com o trabalho no Luxemburgo
Entre os não luxemburgueses a insatisfação profissional é maior. A seguir aos belgas, os portugueses são dos menos descontentes.

No top 10 dos maiores empregadores estão ainda a Amazon ( 3.960 ), BGL/BNP Paribas (3.940), Goodyear Dunlop Tires Operations SA (3.490), ArcelorMittal (3.460), PricewaterhouseCoopers (3.040) e Luxair (2.850).

A lista do gabinete de estatísticas inclui apenas empresas situadas em território luxemburguês e com, pelo menos, 90 empregados a 1 de janeiro de 2022. Abrange atividades como indústria, construção, comércio e a maior parte dos serviços.  

O Contacto tem uma nova aplicação móvel de notícias. Descarregue aqui para Android e iOS. Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

Há portugueses recrutados por empresas de construção em Portugal para trabalhar no Luxemburgo que acabam a ser explorados. Recebem salários muito abaixo do mínimo luxemburguês e trabalham domingos e feriados. Sem conhecerem o país nem a língua, são poucos os que apresentam queixa, diz o 
sindicato LCGB.