Escolha as suas informações

Estado tem dinheiro para suportar as medidas da tripartida
Economia 27.09.2022
Finanças Públicas

Estado tem dinheiro para suportar as medidas da tripartida

Segundo a ministra das Finanças, Yuriko Backes, nos últimos meses, as finanças públicas evoluíram melhor do que o esperado.
Finanças Públicas

Estado tem dinheiro para suportar as medidas da tripartida

Segundo a ministra das Finanças, Yuriko Backes, nos últimos meses, as finanças públicas evoluíram melhor do que o esperado.
Gerry Huberty
Economia 27.09.2022
Finanças Públicas

Estado tem dinheiro para suportar as medidas da tripartida

Susy MARTINS
Susy MARTINS
No final do mês de agosto, o Estado Central registava um excedente orçamental de 969 milhões de euros.

O Estado vai conseguir suportar financeiramente as medidas de combate à inflação decididas durante a tripartida da semana passada. Embora o acordo ainda não tenha sido assinado, são várias as vozes que se levantam para denunciar que os cofres públicos não vão suportar tamanho corte.


O presidente da LCGB, Patrick Dury, à direita, na reunião da tripartida na semana passada.
Sindicato LCGB é o primeiro a dar o 'sim' ao acordo tripartido
Acordo de princípio entre Governo, patrões e parceiros sociais foi alcançado na semana passada.

Segundo a ministra das Finanças, Yuriko Backes, nos últimos meses, as finanças públicas evoluíram melhor do que o esperado. No final do mês de agosto, o Estado Central registava um excedente orçamental de 969 milhões de euros. Uma situação que permite financiar as medidas da tripartida, embora já se saiba que o saldo vai diminuir consideravelmente.

As receitas da Administração Central elevam-se a 15,7 mil milhões de euros, ou seja uma progressão de 9,6% em comparação com o mês de agosto do ano passado. No entanto, observa-se que as receitas da Administração Fiscal diminuíram, representando 69,8% das receitas, quando no ano passado a taxa era ainda de 74,2% do orçamento do Estado.


Caritas: tripartida falhou oportunidade de ajudar os mais frágeis
A organização lamenta que os tetos máximos de certos apoios não tenham sido revistos.

O acordo de princípio alcançado pelo governo e parceiros sociais estipula que o preço da eletricidade não vai aumentar para particulares e empresas, o aumento do gás será limitado a 15% do preço atual, o gasóleo de aquecimento vai ter um desconto de 15 cêntimos por litro e o IVA terá uma redução de um ponto percentual. 

Também está previsto aumentar o salário mínimo social.

O Contacto tem uma nova aplicação móvel de notícias. Descarregue aqui para Android e iOS. Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas