Escolha as suas informações

Mais de 11 mil pedidos para abrir negócio no Luxemburgo em 2020
Economia 07.07.2021
Empresas

Mais de 11 mil pedidos para abrir negócio no Luxemburgo em 2020

Empresas

Mais de 11 mil pedidos para abrir negócio no Luxemburgo em 2020

Foto: Guy Jallay
Economia 07.07.2021
Empresas

Mais de 11 mil pedidos para abrir negócio no Luxemburgo em 2020

Susy MARTINS
Susy MARTINS
Relativamente às ajudas financeiras criadas pelo Governo para ajudar as empresas durante a crise sanitária foram distribuídos 261 milhões de euros, no ano passado.

A pandemia não afetou o espírito empreendedor de milhares de residentes. Apesar do contexto económico difícil provocado pela covid-19, 2020, ano do confinamento, foi também sinónimo de abertura de negócios no Luxemburgo.

Um total de 11.245 pedidos de autorização de estabelecimento chegaram ao Ministério das Classes Médias no ano passado, menos 769 do que em 2019.

A maioria dos processos abrangia negócios no setor do comércio (7.331), seguindo do setor manufatureiro (3.507) e profissões liberais (490). Houve contudo 12,9% de recusas, justificadas, em grande parte, pelo Ministério das Classes Médias por “falta de qualificações”.

O ministro da tutela Lex Delles considera que o número elevado de pedidos de autorizações para abrir negócio em 2020 demonstra que “o mercado luxemburguês continua a ser atrativo”.

Relativamente às ajudas financeiras criadas pelo Governo para ajudar as empresas durante a crise sanitária, Lex Delles revela que o seu ministério recebeu 42.419 pedidos, tendo sido distribuídos 261 milhões de euros, no ano passado.

Apesar do número de pedidos de autorização de estabelecimento ter sido elevado e de haver mais pedidos de ajuda a tratar, o ministro das Classes Médias diz que o prazo de resposta aumentou ligeiramente, passando de 9,4 dias, em 2019, para 9,8 dias, no ano passado.  

Siga-nos no Facebook, Twitter e receba as nossas newsletters diárias.


Notícias relacionadas

O Governo aprovou hoje o lançamento de um novo apoio destinado aos trabalhadores independentes afetados pelas consequências financeiras da pandemia da covid-19. O montante é não-reembolsável, poderá chegar aos 4.000 e será atribuído uma única vez.