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Desde 2003 que não havia tão poucos passageiros no Findel
Economia 27.01.2021 Do nosso arquivo online

Desde 2003 que não havia tão poucos passageiros no Findel

Desde 2003 que não havia tão poucos passageiros no Findel

Foto: Gerry Huberty
Economia 27.01.2021 Do nosso arquivo online

Desde 2003 que não havia tão poucos passageiros no Findel

A queda do número de passageiros que aterraram no Luxembugo representa uma diminuição de 68% em relação a 2019.

São cada vez mais evidentes os efeitos da pandemia na economia global com o setor da aviação a sair de rastos de 2020. Findel fechou as contas do ano passado com apenas 1,4 milhões de passageiros. 

A derrapagem de 68% em relação a 2019 faz o tempo andar para três. De facto, de acordo com o balanço que a Lux Airport fez chegar à imprensa, há 18 anos que não havia tão pouca gente nos corredores do Findel. 

"Embora o aeroporto tenha permanecido aberto e operacional durante todo o ano, o tráfego aéreo regular de passageiros no Luxemburgo parou em março e continuou até ao final de maio devido às severas restrições de viagem impostas durante a pandemia", contextualiza a Lux Airport. 

Menos gente, mais toneladas transportadas 

Apesar da debandada de passageiros, o aeroporto do Findel desempenhou um papel crucial nos voos de carga e especialmente nos voos médicos de e para a Grande Região. 

A opção de manter as pistas abertas resultou num aumento de 6% no número de toneladas de mercadorias transportadas, nomeadamente equipamento médico. Ao todo, e segundo o balanço da empresa que gere o aeroporto, saíram 947 mil toneladas do país. 

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