Crescimento económico do Luxemburgo começa a desvanecer-se
Crescimento económico do Luxemburgo começa a desvanecer-se
Foto: Pierre Matgé/Wort
A Comissão Europeia voltou a rever em baixa as previsões de crescimento económico do Grão-Ducado. A economia deve avançar 3,1% este ano e abrandar a partir daí para 3% em 2019, até aos 2,7% em 2020. As estimativas constam do relatório da Previsão Económica de Outono da Comissão Europeia publicadas hoje.
A Comissão Europeia voltou a rever em baixa as previsões de crescimento económico do Grão-Ducado. A economia deve avançar 3,1% este ano e abrandar a partir daí para 3% em 2019, até aos 2,7% em 2020. As estimativas constam do relatório da Previsão Económica de Outono da Comissão Europeia publicadas hoje.
No verão já tinha havido uma revisão em baixa. Estas retificações estão espelhadas nos títulos que Bruxelas dá aos capítulos dedicados ao país ao longo dos vários relatórios. Há um ano, por exemplo, no topo da págica do capítulo do Luxemburgo lia-se: “Crescimento sustentado e amplo”. No entanto, nas previsões de primavera o ângulo já era outro: “Crescimento volátil, mas com uma forte criação de emprego”. Ora, no relatório hoje divulgado pode ler-se: “A fase de crecimento começa a desvanecer-se”.
A Comissão Europeia explica que depois de abrandar para 1,5% em 2017, o crescimento volta a ganhar robustez este ano: prevê que o Produto interno Bruto (PIB) avance para 3,1%, graças ao consumo privado e ao investimento.
No entanto, a partir deste ano, o crescimento começa a perder gás. E Bruxelas explica porquê. Há vários fatores que afetam a economia. O primeiro é o facto de o comércio mundial estar a perder dinamismo. Desta forma, a expansão económica vai apoiar-se mais na procura interna. Ora, à medida que o crescimento do emprego vai sendo menor e à medida que o impacto das reformas fiscais se dissipa (uma vez que provocou um aumento do rendimento disponível das famílias), a procura interna tenderá a ser mais moderada. E este efeito vai fazer-se sentir no crescimento da economia luxemburguesa.
A Comissão Europeia adverte ainda que uma escalada das tensões comerciais e políticas e um agravar da instabilidade financeira poderia trazer resultados menos positivos para o Grão-Ducado.
A Comissão Europeia alerta para o abrandamento do crescimento do emprego nos próximos anos e para a redução do investimento. Na mesma semana, o FMI esteve no Luxemburgo e deixou recados sobre o imposto sobre o património.
A Comissão Europeia publicou as suas previsões de inverno. Para o Grão-Ducado o crescimento será estável nos próximos anos, de 2,6%. A zona euro também progride, mas o passo abranda: não vai passar dos 1,2%.
A economia do Grão-Ducado deverá crescer 3,5% este ano e 3,3% no próximo ano. As estimativas constam do relatório da Previsão Económica de Verão da Comissão Europeia que foi hoje divulgado. Os valores hoje apresentados representam uma revisão em baixa face à previsão da Primavera, divulgada em maio, que apontava para um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 3,7% para este ano e de 3,5% para 2019.
A Comissão Europeia considera que o crescimento do Luxemburgo é volátil, mas assegura que as previsões económicas do país são favoráveis. Bruxelas traçou assim o cenário económico dos próximos anos nas projeções da primavera hoje divulgadas e reviu em baixa o crescimento estimado para este ano.
A Comissão Europeia está agora mais otimista e espera que a economia portuguesa cresça 1,3% em 2016 e 1,6% este ano, ligeiramente acima das previsões do Governo para esses anos.
A Comissão Europeia reviu em baixa o crescimento do Luxemburgo para 2017. No seu relatório das previsões de outono, Bruxelas antevê um avanço de 3,8% na economia para 2017, ligeiramente abaixo dos 3,9% apontados nas previsões da primavera publicadas em maio deste ano.
O acordo entre o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a TAP, aprovado esta sexta-feira, prevê reduções salariais de entre 50% e 35%, entre 2021 e 2024.
Entre as principais medidas está o pagamento direto de ajudas através de envio de cheques no montante de cerca de 1.150 euros para cada pessoa com rendimentos até cerca de 50 mil euros por ano.
Eletrodomésticos mais duráveis e fáceis de reparar. Este é objetivo de um novo regulamento europeu que vai começar a ser aplicado na próxima segunda-feira, dia 1 de março.
O acordo entre o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil e a TAP, aprovado esta sexta-feira, prevê reduções salariais de entre 50% e 35%, entre 2021 e 2024.
Entre as principais medidas está o pagamento direto de ajudas através de envio de cheques no montante de cerca de 1.150 euros para cada pessoa com rendimentos até cerca de 50 mil euros por ano.
Eletrodomésticos mais duráveis e fáceis de reparar. Este é objetivo de um novo regulamento europeu que vai começar a ser aplicado na próxima segunda-feira, dia 1 de março.