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Conselho Europeu inclui crise energética na agenda de cimeira de outubro
Economia 4 min. 01.10.2021
Crise energética

Conselho Europeu inclui crise energética na agenda de cimeira de outubro

Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
Crise energética

Conselho Europeu inclui crise energética na agenda de cimeira de outubro

Presidente do Conselho Europeu, Charles Michel.
AFP
Economia 4 min. 01.10.2021
Crise energética

Conselho Europeu inclui crise energética na agenda de cimeira de outubro

Telma MIGUEL
Telma MIGUEL
O aumento do preço da eletricidade e combustíveis vai continuar durante o inverno. Comissão Europeia vai propor medidas aos países para absorverem a crise- e eventual escassez de gás natural - e Parlamento Europeu abre debate na próxima semana.

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, decidiu ontem, perante a crescente instabilidade provocada pela subida em flecha das faturas da energia, incluir o tema na agenda da próxima cimeira do Conselho Europeu, a 21 e 22 de outubro.

Barend Leyts, o porta-voz de Charles Michel, adiantou que o presidente do Conselho tomou a decisão porque “a atual escalada ocorre durante a recuperação da pandemia de covid-19, que marcou seriamente as nossas economias e sociedades. Os altos preços da energia estão a colocar o poder de compra dos nossos cidadãos sob grande pressão. Muitas famílias ainda estão a sentir o impacto da queda da pandemia”.

No curto prazo, os países da União Europeia devem concentra-se “nas preocupações imediatas para as nossas famílias, indústria e pequenas e médias empresas . Esta é em primeira instância a responsabilidade dos Estados-membro. Mas precisamos de discutir como pode a UE ajudar”.

 

Durante a preparação para a cimeira em Bruxelas, este tópico irá ser discutido pelos 27 países.

 

A Comissão Europeia também já anunciou que na próxima terça-feira, dia 5, vai apresentar um conjunto de medidas que os governos dos países poderão adotar para fazer face à escalada dos preços nos próximos meses.

Entretanto, a França anunciou ontem à noite o congelamento do preço do gás e apoio às famílias mais pobres. O primeiro ministro disse que o aumento de hoje de 12,6% do gás natural será o último que os contribuintes franceses irão suportar até à primavera.

Na próxima semana, na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, vai discutir-se a crise energética do momento, e também parte do pacote “Fit for55” que inclui medidas de transição para energias limpas e apoios sociais a quem for mais afetado com a transição energética.

Barend Leys salientou que enquanto se lida com a crise do momento, que inclui uma provável falha de fornecimento de gás natural, “a médio e longo prazo, precisamos de continuar a aumentar significativamente o nosso investimento em inovação e energias limpas. A atual situação realça ainda mais a importância de determinar um caminho ambicioso e realista para cumprir os nossos objetivos climáticos para 2030 e 2050, e ao mesmo tempo assegurar uma transição verde que não deixa ninguém para trás”.

O presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, decidiu ontem, perante a crescente instabilidade provocada pela subida em flecha das faturas da energia, incluir o tema na agenda da próxima cimeira do Conselho Europeu, a 21 e 22 de outubro.

Barend Leyts, o porta-voz de Charles Michel, adiantou que o presidente do Conselho tomou a decisão porque “a atual escalada ocorre durante a recuperação da pandemia de covid-19, que marcou seriamente as nossas economias e sociedades. Os altos preços da energia estão a colocar o poder de compra dos nossos cidadãos sob grande pressão. Muitas famílias ainda estão a sentir o impacto da queda da pandemia”.

No curto prazo, os países da União Europeia devem concentra-se “nas preocupações imediatas para as nossas famílias, indústria e pequenas e médias empresas . Esta é em primeira instância a responsabilidade dos Estados-membro. Mas precisamos de discutir como pode a UE ajudar”.

 

Durante a preparação para a cimeira em Bruxelas, este tópico irá ser discutido pelos 27 países.

 

A Comissão Europeia também já anunciou que na próxima terça-feira, dia 5, vai apresentar um conjunto de medidas que os governos dos países poderão adotar para fazer face à escalada dos preços nos próximos meses.

 

Entretanto, a França anunciou ontem à noite o congelamento do preço do gás e apoio às famílias mais pobres. O primeiro ministro disse que o aumento de hoje de 12,6% do gás natural será o último que os contribuintes franceses irão suportar até à primavera.

 

Na próxima semana, na sessão plenária do Parlamento Europeu, em Estrasburgo, vai discutir-se a crise energética do momento, e também parte do pacote “Fit for55” que inclui medidas de transição para energias limpas e apoios sociais a quem for mais afetado com a transição energética.

 

Barend Leys salientou que enquanto se lida com a crise do momento, que inclui uma provável falha de fornecimento de gás natural, “a médio e longo prazo, precisamos de continuar a aumentar significativamente o nosso investimento em inovação e energias limpas. A atual situação realça ainda mais a importância de determinar um caminho ambicioso e realista para cumprir os nossos objetivos climáticos para 2030 e 2050, e ao mesmo tempo assegurar uma transição verde que não deixa ninguém para trás”.

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