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Christine Lagarde: Programa do BCE não é suficiente para reactivar economia europeia, diz FMI
Economia 23.01.2015 Do nosso arquivo online

Christine Lagarde: Programa do BCE não é suficiente para reactivar economia europeia, diz FMI

A directora do FMI, Christine Lagarde lamenta que esta "ofensiva" chegue tarde demais para dinamizar a economia europeia

Christine Lagarde: Programa do BCE não é suficiente para reactivar economia europeia, diz FMI

A directora do FMI, Christine Lagarde lamenta que esta "ofensiva" chegue tarde demais para dinamizar a economia europeia
Foto: AFP
Economia 23.01.2015 Do nosso arquivo online

Christine Lagarde: Programa do BCE não é suficiente para reactivar economia europeia, diz FMI

A directora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde elogiou o programa de compra de dívida do Banco Central Europeu (BCE), a chamada "bazuca monetária", mas sublinha que esta ofensiva não vai chegar para dar apoio ao crescimento na União Europeia.

A directora do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde elogiou o programa de compra de dívida do Banco Central Europeu (BCE), a chamada "bazuca monetária", mas sublinha que esta ofensiva não vai chegar para dar apoio ao crescimento na União Europeia.

Lagarde enalteceu hoje o programa de compra de dívida e a forma como o Banco Central Europeu (BCE) geriu o anúncio, mas disse que isso não basta para reativar a economia europeia.

"Não creio que seja suficiente para relançar a atividade europeia e dar apoio ao crescimento", afirmou Christine Lagarde, numa entrevista à televisão pública France 2.

Lagarde acrescentou que "é um complemento muito importante, mas que além disso são necessárias reformas estruturais de fundo que ajudem a melhorar a competitividade estrutural de um certo número de economias".

Questionada sobre o tipo de reformas que são necessárias, deu como exemplo o projeto de lei do ministro da Economia francês, Emmanuel Macron, para liberalizar vários sectores, indicando também que "se viram verdadeiras reformas estruturais de fundo em Espanha e que também estão a começar a ser vistas em Itália".

A diretora executiva do FMI considerou "espetacular" a forma como o BCE geriu a comunicação sobre o seu plano de compras de 60 mil milhões de euros mensais em dívida pública e privada porque "o volume surpreendeu o mercado" e porque a operação "foi bem explicada".


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