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Sindicato da Função Pública não se conforma com CovidCheck nas empresas
Economia 26.10.2021
Covid-19

Sindicato da Função Pública não se conforma com CovidCheck nas empresas

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Sindicato da Função Pública não se conforma com CovidCheck nas empresas

Guy Jallay
Economia 26.10.2021
Covid-19

Sindicato da Função Pública não se conforma com CovidCheck nas empresas

Susy MARTINS
Susy MARTINS
O conflito continua entre o Governo e os sindicatos à volta do CovidCheck nas empresas. Medida facultativa entra em vigor a 1 de novembro.

Os sindicatos voltam à carga a poucos dias da entrada em vigor do passe sanitário nas empresas. Segundo a Confederação-Geral da Função Pública (CGFP) que se reuniu esta segunda-feira com o ministro da Função Pública, Marc Hansen, o Governo "não está minimamente aberto ao compromisso", após os sucessivos pedidos para recuar na lei.

Apesar de sublinhar que é a favor da vacinação e de considerar que o CovidCheck poderá ser uma boa ferramenta para diminuir as infeções por SARS-CoV-2 nas empresas, não concorda com a forma como o sistema será implementado, sobretudo porque os autotestes deixam de ser válidos nestes mesmos locais.

Assim a CGFP considera que a despistagem à covid-19 através de autotestes de antigénio deveria manter-se a par com a introdução do passe sanitário. O sindicato que representa os funcionários públicos exige também que não seja permitido o despedimento do trabalhador que recuse aderir ao CovidCheck.

Na semana passada, os sindicatos do setor público e privado ameaçaram que caso não seja encontrado um compromisso com o Governo iriam avançar com medidas jurídicas e sindicais.


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De acordo com a nova 'lei covid', o Governo permite às empresas instaurar o CovidCheck. A medida é facultativa, mas uma vez aderindo os trabalhadores estão obrigados a mostrar um dos três certificados do passe sanitário (vacinação, recuperação ou teste negativo).

E poderá haver penalizações para quem não tiver o CovidCheck válido ou a ausência dele.  

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