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Casal com duas crianças e salários baixos pode poupar até 7.660 euros por ano
Economia 17.01.2022 Do nosso arquivo online
Finanças

Casal com duas crianças e salários baixos pode poupar até 7.660 euros por ano

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Casal com duas crianças e salários baixos pode poupar até 7.660 euros por ano

Foto: Pixabay
Economia 17.01.2022 Do nosso arquivo online
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Casal com duas crianças e salários baixos pode poupar até 7.660 euros por ano

Susy MARTINS
Susy MARTINS
As contas foram feitas por Xavier Bettel após uma resposta parlamentar do partido da oposição, o CSV sobre a perda do poder de compra das famílias.

O deputado Marc Spautz tinha questionado o Governo sobre as negociações entre o Executivo e parceiros sociais, que se realizaram a 13 de dezembro e de que forma é que isso afeta o poder de compra das famílias residentes no país.

Na resposta, Bettel refere que as diferentes medidas decididas pelo Executivo como a indexação, o aumento do salário mínimo, a gratuitidade dos transportes públicos, a indexação do abono de família ou ainda a reforma do REVIS, aumentaram o poder de compra das famílias do Luxemburgo.

Citando as contas feitas pela tutela das Finanças, Bettel refere que a acumulação das medidas faz com que um solteiro com salário mínimo possa economizar à volta de 4.190 euros por ano. Já uma família monoparental também com o salário mínimo pode poupar até 6.350 euros anuais. E para um casal com duas crianças e com um salário agregado que não ultrapassa os 5.000 euros por mês, a poupança pode mesmo atingir os 7.660 euros por ano.  

"O poder de compra é, foi e continua a ser uma prioridade para o Governo", reiterou ainda o primeiro-ministro na resposta parlamentar.


Desemprego parcial prolongado até fevereiro de 2022
Governo e parceiros sociais estiveram reunidos na segunda-feira para debater a situação das empresas. Várias medidas foram anunciadas para continuar a fazer face à crise provocada pela pandemia.

Bettel cita ainda dados do Statec que no seu último relatório sobre a situação económica do país refere que a crise sanitária não prejudicou os rendimentos das famílias. E refere ainda diálogo social com os sindicatos tem-se mantido, uma vez que desde o início da crise sanitária já foram organizadas mais de 100 reuniões. 

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