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Bitcoin afunda 27% do seu valor em 24 horas
Economia 19.05.2021

Bitcoin afunda 27% do seu valor em 24 horas

Bitcoin afunda 27% do seu valor em 24 horas

AFP
Economia 19.05.2021

Bitcoin afunda 27% do seu valor em 24 horas

A criptomoeda está abaixo dos 33 mil dólares e continua a baixar.

Há uma semana que o bitcoin está em queda. De acordo com a página CoinDesk, a criptomoeda desvalorizou-se esta quarta-feira para os 30.689 dólares. Depois de atingir este mínimo, subiu ligeiramente e está a vender neste momento a 32.870 dólares. Ou seja, em 24 horas, a moeda perdeu cerca de 27% do seu valor.

Mas a queda do bitcoin arrastou outras criptomoedas. A segunda moeda digital mais forte, o ethereum, perdeu cerca de 30% do seu valor e vale agora cerca de 2.320 dólares. Por seu lado, o dogecoin, que é cotado a 0,31 dólares, caiu 35%.

A taxa de câmbio do bitcoin está em queda desde quarta-feira da semana passada quando Elon Musk, CEO da Tesla, anunciou que o fabricante de veículos elétricos vai deixar de aceitar esta forma de pagamento devido ao impacto ambiental da mineração das criptomoedas.

A decisão surgiu apenas 50 dias depois de essa opção ficar disponível aos clientes da marca nos Estados Unidos. O efeito do recuo foi imediato. O preço dos bitcoins caiu drasticamente.

Esta tendência foi, entretanto, acentuada pela queda generalizada das criptomoedas na sequência da proibição da China, anunciada na terça-feira, da sua utilização no seu mercado financeiro.

Esta quarta-feira, a plataforma digital de compra e venda de criptomoedas CoinBase estava inacessível. Quando as bolsas norte-americanas abriram, as acções da CoinBase perderam instantaneamente mais de 20% do seu preço.

A dinâmica negativa do mercado de moedas criptográficas estaria ligada a esta proibição da China. Pequim não proíbe a obtenção de criptomoedas mas bane qualquer troca de produtos com recurso a estas moedas.

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A acusação de “manipulador cambial” pode implicar sanções financeiras para a China. No entanto, o Banco Popular da China já respondeu, afirmando que a desvalorização da moeda não foi consequência de manipulação, mas da ação dos mercados.