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ArcelorMittal vai despedir, mas também vai contratar
Economia 16.09.2020 Do nosso arquivo online

ArcelorMittal vai despedir, mas também vai contratar

ArcelorMittal vai despedir, mas também vai contratar

Foto: Guy Jallay/Luxemburger Wort
Economia 16.09.2020 Do nosso arquivo online

ArcelorMittal vai despedir, mas também vai contratar

Diana ALVES
Diana ALVES
Já são conhecidos mais detalhes sobre o futuro de alguns dos 570 trabalhadores da ArcelorMittal que deverão deixar a empresa. Mas os dados são confusos e alguns deputados exigem esclarecimentos.

Depois de uma primeira reunião com sindicatos e direção do grupo ArcelorMittal, o ministro do Trabalho, Dan Kersch, esteve reunido com os membros da comissão do trabalho para abordar os planos da gigante mundial do aço. 

Sabe-se agora que, além da eliminação de meio milhar de empregos, a ArcelorMittal tenciona também contratar. De acordo com Kersch, dos 570 trabalhadores que deverão deixar a empresa mais de metade será abrangida pelo regime de reforma antecipada, estando previstas 87 pré-reformas ''normais' e 273 pré-reformas de 'ajuste' (medida social à qual as empresas podem recorrer em caso de reestruturação). O plano, divulgado pelo ministro, inclui ainda 30 pensões e outras tantas 'partidas', não se sabendo se se tratam de demissões ou despedimentos. 

Quanto aos restantes 274 trabalhadores, o seu futuro ainda não está decidido. Mas na lista divulgada pelo ministro, há um dado inesperado e que diz respeito a 123 novas contratações. A informação de que a ArcelorMittal tenciona recrutar não caiu bem a alguns deputados, que a consideram contraditória. Outros acusam o grupo siderúrgico de se estar a "aproveitar da crise atual para se reestruturar com fundos do Estado". Esperam-se agora mais detalhes sobre a situação no seio da empresa. 


Nenhuma fábrica da ArcelorMittal vai fechar portas
O gigante do aço vai despedir 15% dos seus trabalhadores.

Esta quarta-feira deverá ser anunciada oficialmente a data do próximo encontro entre a direção do grupo, membros do Governo e das centrais sindicais. De acordo com a imprensa, essa reunião tripartida deverá acontecer a 6 de outubro. O que se sabe neste momento é que 570 postos de trabalho serão eliminados. A empresa já garantiu que nenhuma fábrica fechará portas no Luxemburgo e que o plano de investimento será respeitado.  

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