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Abertura da restauração. Horesca exige que Governo seja "claro e honesto"
Economia 04.03.2021

Abertura da restauração. Horesca exige que Governo seja "claro e honesto"

Abertura da restauração. Horesca exige que Governo seja "claro e honesto"

Foto: Anouk Antony/Luxemburger Wort
Economia 04.03.2021

Abertura da restauração. Horesca exige que Governo seja "claro e honesto"

Diana ALVES
Diana ALVES
Atual 'lei covid' expira a 14 de março e o setor ainda não sabe se poderá abrir ou não depois dessa data.

A federação Horesca criticou hoje a falta de transparência do Governo quanto à abertura do setor, encerrado ao público desde o final de novembro no âmbito da luta contra a pandemia. Numa nota divulgada esta quinta-feira à imprensa, a federação que representa hotéis, restaurantes e cafés avisa que serão necessários pelo menos dez dias para preparar a reabertura dos estabelecimentos. 

O alerta surge a pouco mais de uma semana do dia 14 de março, data em que a atual 'lei covid' expira. O problema é que ainda não se sabe ainda se o Executivo tenciona manter ou aliviar as medidas restritivas em vigor, entre as quais está o fecho de cafés e restaurantes, de portas fechadas desde novembro passado.


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Atuais medidas restritivas de combate à pandemia, que impõem o fecho de cafés e restaurantes, vão estar em vigor pelo menos até ao dia 14 de março.

No comunicado a federação sublinha que o setor se tem mostrado solidário durante a crise e exige, por isso, que o Governo seja "claro e honesto" quanto às razões por detrás do encerramento obrigatório do setor. A Horesca lamenta a situação e acrescenta que "as pessoas estão fartas de ter a sua vida social limitada e já nem respeitam as regras sanitárias de combate à pandemia". E diz mesmo ter recebido inúmeros telefonemas de clientes a pedir informações sobre a reabertura do setor. 

A federação reitera que deveria haver uma "reabertura progressiva" dos estabelecimentos, começando pelas esplanadas, um pedido que tem vindo a ser feito há várias semanas. Algo que, no entender dos responsáveis, contribuiria para solucionar o problema, garantindo na mesma o respeito pelas regras sanitárias em vigor. O organismo lembra ainda que inúmeros estabelecimentos aderiram ao selo "Safe do Serve" da Horecsa, que assegura o respeito e a implementação das regras sanitárias. 


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Por último lamenta aquilo que considera ser uma "falta de consideração dos poderes públicos para com as empresas do setor" e denuncia o facto de a 'lei covid' ter sido votada imediatamente, enquanto a legislação sobre as novas ajudas ao setor ainda não passou pelo crivo do Parlamento.    

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