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Videoárbitro também entra em ação
Recorde-se que, em Portugal e noutros países, o VAR só passou a funcionar este ano

Videoárbitro também entra em ação

Foto: AFP
Recorde-se que, em Portugal e noutros países, o VAR só passou a funcionar este ano
Desporto 14.06.2018

Videoárbitro também entra em ação

Paulo Jorge PEREIRA
Paulo Jorge PEREIRA
Só foi confirmado pelo próprio presidente da FIFA, Gianni Infantino, a 16 de março, durante o Conselho Mundial, em Bogotá, mas o recurso ao videoárbitro (VAR) é uma das atrações extra desta edição do Mundial.

“O videoárbitro ajuda os árbitros de campo e traz mais transparência e justiça ao futebol, ou seja, aquilo que procuramos”, defendeu Infantino nessa reunião em solo colombiano.

Infantino, que começara por olhar com desconfiança para o recurso a meios tecnológicos no futebol, tornou-se fervoroso adepto e tem repetido elogios à aplicação do VAR.

Com os portugueses Artur Soares Dias e Tiago Martins entre os 13 escolhidos para a função de apoio aos juízes de campo através da tecnologia, esta será a oportunidade para dar seguimento aos testes realizados pela FIFA no Mundial de Clubes, em dezembro.

A lista de juízes com participação no VAR inclui s alemães Bastian Dankert e Felix Zwayer, os italianos Massimiliano Irrati, Daniele Orsato e Paolo Valeri, o polaco Pawel Gil, o holandês Danny Makkelie, o qatari Abdulrahman Al Jassim, o brasileiro Wilton Sampaio, o boliviano Gery Vargas e o argentino Mauro Vigliano.

Recorde-se que, em Portugal e noutros países, o VAR só passou a funcionar este ano e tem intervenção em quatro situações: validar ou invalidar um golo; atribuir um cartão vermelho; analisar uma ação suscetível de grande penalidade e corrigir eventual erro na identificação de um jogador penalizado. Mas o tempo de espera pelas decisões e a falta de informação aos espectadores têm surgido como principais críticas ao sistema.

No Mundial realizado em 2014, a FIFA já introduzira modificações no campo da utilização de meios tecnológicos. Na altura, a tecnologia da linha de baliza foi usada para casos de dúvida em lances de golo, apesar de Michel Platini, então presidente da FIFA, se mostrar frontalmente contra esse recurso. A Taça das Confederações e o Mundial de Clubes serviram, nesse momento, como campos de testes para a tecnologia da linha de baliza.

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