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Sporting: Supremo indefere 'habeas corpus' e mantém Mustafá em prisão preventiva
Desporto 06.06.2019

Sporting: Supremo indefere 'habeas corpus' e mantém Mustafá em prisão preventiva

O líder da Juventude Leonina, Nuno Mendes 'Mustafá', à saída do Tribunal do Barreiro, depois de ter sido ouvido no âmbito da investigação da invasão à Academia do Sporting, no Barreiro, 15 de novembro de 2018. O ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e Mustafá, detidos no domingo e interrogados na quarta-feira, pelo juiz Carlos Delca, saíram hoje em liberdade, sujeitos a apresentações diárias às autoridades e o pagamento por cada um dos arguidos de uma caução de 70.000 euros, no âmbito da investigação ao ataque à academia de Alcochete.

Sporting: Supremo indefere 'habeas corpus' e mantém Mustafá em prisão preventiva

O líder da Juventude Leonina, Nuno Mendes 'Mustafá', à saída do Tribunal do Barreiro, depois de ter sido ouvido no âmbito da investigação da invasão à Academia do Sporting, no Barreiro, 15 de novembro de 2018. O ex-presidente do Sporting Bruno de Carvalho e Mustafá, detidos no domingo e interrogados na quarta-feira, pelo juiz Carlos Delca, saíram hoje em liberdade, sujeitos a apresentações diárias às autoridades e o pagamento por cada um dos arguidos de uma caução de 70.000 euros, no âmbito da investigação ao ataque à academia de Alcochete.
Foto: LUSA
Desporto 06.06.2019

Sporting: Supremo indefere 'habeas corpus' e mantém Mustafá em prisão preventiva

A defesa do líder da claque Juventude Leonina considerou “ilegal” a prisão preventiva decretada pelo Tribunal da Relação de Lisboa (TRL), no âmbito do processo do ataque à Academia do Sporting, em Alcochete, em 15 de maio de 2018, e avançou, na semana passada, com um pedido de libertação imediata.

O Supremo Tribunal de Justiça (STJ) indeferiu hoje o pedido de libertação imediata ('habeas corpus') de Nuno Vieira Mendes (Mustafá), que assim se vai manter em prisão preventiva no âmbito do processo do ataque à Academia do Sporting.

Em 17 de maio último, Mustafá, um dos 44 arguidos neste processo, entregou-se no posto da GNR da Charneca da Caparica, concelho de Almada, após o TRL ordenar a sua prisão preventiva (estava em liberdade com apresentações diárias às autoridades e obrigado a pagar uma caução de 70.000 euros), dando assim provimento a um recurso da procuradora do Ministério Público (MP) Cândida Vilar, que discordou do facto de o arguido ter saído em liberdade, em 15 de novembro de 2018 (há sete meses), após primeiro interrogatório judicial.

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