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Polícia Judiciária detém assessor jurídico do Benfica

Polícia Judiciária detém assessor jurídico do Benfica

Foto: Gerry Huberty
Desporto 07.03.2018

Polícia Judiciária detém assessor jurídico do Benfica

Operação e-toupeira desencadeada em função da "presumível prática de crimes de corrupção ativa e passiva, acesso ilegítimo, violação de segredo de justiça, falsidade informática e favorecimento pessoal".

A Polícia Judiciária realizou buscas no Estádio da Luz e deteve duas pessoas, entre elas o assessor jurídico do Benfica, Paulo Gonçalves, no âmbito da sua Operação e-toupeira pela "presumível prática de crimes de corrupção ativa e passiva,acesso ilegítimo, violação de segredo de justiça, falsidade informática e favorecimento pessoal".

Em comunicado, a PJ revelou que a referida operação "envolveu cerca de 50 elementos da Polícia Judiciária, um juiz de instrução criminal e dois magistrados do Ministério Público", englobando "30 buscas nas áreas de Porto, Fafe, Guimarães, Santarém e Lisboa que levaram à apreensão de relevantes elementos probatórios".

"Nesta investigação, iniciada há quase ano e meio, averigua-se o acesso ilegítimo a informação relativa a processos que correm termos nos tribunais ou Departamentos do Ministério Público a troco de eventuais contrapartidas ilícitas a funcionários", lê-se ainda no documento.

O Benfica reagiu também através de comunicado, confirmando as buscas no Estádio da Luz e manifestando confiança na inocência do seu assessor jurídico. A SAD benfiquista acrescentou a disponibilidade para colaborar com a Justiça e informou que vai pedir uma audiência, "com caráter de urgência, à Senhora Procuradora-Geral da República, pelas reiteradas e constantes violações do segredo de justiça sobre os processos que envolvem o clube".


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