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Peng Shuai continua desaparecida. ONU pede explicações sobre paradeiro da tenista
Desporto 19.11.2021
China

Peng Shuai continua desaparecida. ONU pede explicações sobre paradeiro da tenista

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Peng Shuai continua desaparecida. ONU pede explicações sobre paradeiro da tenista

Wu Hong/EPA/dpa
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Peng Shuai continua desaparecida. ONU pede explicações sobre paradeiro da tenista

Lusa
Lusa
Recentemente foi criada a campanha #WhereIsPengShuai (Onde está Peng Shuai?) através da rede social Twitter. Os serviços de censura do regime de Pequim apagaram das redes sociais as acusações da tenista desaparecida.

"Seria importante ter provas do paradeiro e saber se ela está bem. Pedimos uma investigação transparente sobre as acusações de agressão sexual", disse Liz Throssell, porta-voz do Alto Comissariado para os Direitos Humanos da ONU, numa conferência de imprensa em Genebra.

"Exigimos uma investigação transparente. Isto deve ser aplicado a todas as denúncias de agressão sexual", insistiu Throssell, acrescentando que "as agressões sexuais existem em todas as sociedades".

Peng Shuai, 35 anos, acusou através das redes sociais, o antigo vice-primeiro-ministro da República Popular da China, Zhang Gaoli, de a ter forçado a manter relações sexuais há três anos. "Sublinhamos que é importante sabermos onde é que ela está, em que condições se encontra e como é que está", disse Throssell. 

Há vários dias, figuras destacadas do ténis a nível mundial começaram a expressar inquietação sobre as circunstâncias em que Peng Shuai desapareceu.

Recentemente foi criada a campanha #WhereIsPengShuai (Onde está Peng Shuai?) através da rede social Twitter. Os serviços de censura do regime de Pequim apagaram das redes sociais as acusações da tenista desaparecida.

A acusação tinha sido divulgada através do Weibo, rede social chinesa equivalente ao Twitter, e pouco depois da mensagem ter sido publicada a tenista desapareceu.

A WTA, organismo responsável pelo circuito internacional de ténis profissional feminino, também pediu "uma investigação completa, justa e transparente sobre as alegações de violência sexual".

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