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Mesa da AG do Sporting rejeita pedido de sessão destitutiva
Desporto 11.02.2020

Mesa da AG do Sporting rejeita pedido de sessão destitutiva

Mesa da AG do Sporting rejeita pedido de sessão destitutiva

Foto: Lusa
Desporto 11.02.2020

Mesa da AG do Sporting rejeita pedido de sessão destitutiva

A Mesa da Assembleia-Geral do Sporting anunciou hoje que foi indeferido o requerimento para a realização de uma sessão extraordinária, que tinha como ponto único a revogação, com justa causa, do mandato dos titulares dos órgãos sociais do clube.

Segundo o comunicado, o indeferimento do requerimento “fundamenta-se em irregularidades formais”, com a Mesa da AG a referir que a deliberação foi tomada por unanimidade.

“Nesta data deliberou, por unanimidade, indeferir o requerimento a 07 de janeiro de 2020 pelos sócios António Luís Barbosa Lonet Delgado e Carlos Manuel Barbieri Serra Mourina, no qual se solicitava a convocação de uma Assembleia-Geral comum extraordinária, tendo como ponto único deliberar a revogação com justa causa do mandato dos titulares de todos os órgãos sociais do Sporting Clube Portugal”, refere o documento.

No comunicado, a Mesa da AG salienta que é do seu entendimento que “os factos constantes do requerimento não integrariam o conceito de justa causa”, acrescenta.

“Por fim, a Mesa da Assembleia-Geral esclarece ainda que competiu aos serviços do Sporting Clube de Portugal a verificação dos requisitos estatutários que dizem respeito à elegibilidade das assinaturas”, frisa.

O Movimento “Dar Futuro ao Sporting” entregou no passado dia 07 de janeiro o requerimento para a convocação de uma assembleia geral extraordinária do clube na sequência de uma reunião com a Mesa da AG.

Num documento apresentado ao presidente da mesa da Assembleia-Geral (AG) do Sporting, Rogério Alves, o movimento apontou um conjunto de violações da atual direção sportinguista, liderada pelo presidente Frederico Varandas, que consideravam servir de fundamento para a realização de uma AG de destituição.

Entre as violações dos estatutos apresentadas estão a quebra do protocolo com os grupos organizados de adeptos (GOA) e o “aumento propositado” do som das colunas, “para censurar a crítica”, bem como algumas medidas apresentadas no programa eleitoral, que entendem não terem sido cumpridas.

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